segunda-feira, 13 de julho de 2020

Compra Direta Paraná

O programa Compra Direta Paraná visa adquirir, de forma emergencial, gêneros alimentícios da cooperativa ou associação da agricultura familiar destinando diretamente ao atendimento da rede socioassistencial do Estado, como restaurantes populares, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos e hospitais filantrópicos, entre outros.
Para o programa emergencial, são destinados R$ 20 milhões, provenientes do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. O limite é de até R$ 20 mil por agricultor ao ano.
O Compra Direta Paraná é exclusivo para as organizações que possuem Declaração Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP Jurídica) e que tenham mais de 50% dos agricultores familiares associados no Paraná.

segunda-feira, 2 de março de 2020

Cozinha Social e Restaurantes Populares

O município de Toledo, em 2006, implantou a Cozinha Social e os RPs (Restaurantes Populares), e assim extrapolou os limites do assistencialismo puro e simples, passando à implementação de uma política pública de assistência social, garantindo acesso a uma alimentação de qualidade às camadas mais carentes da população. 
As refeições diárias da Cozinha Social são produzidas em um único local, em instalações que contam também, com uma panificadora e uma usina de beneficiamento de Soja.
A iniciativa monitora o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar),ambos os programas provenientes da agricultura familiar, atendendo 30 escolas municipais com 12.000 refeições diárias, e cerca de outras 3.000 refeições diárias, direcionadas aos 05 Restaurantes Populares. 
Por fim, a iniciativa fornece também, lanches para os CRAS (Centros de Referência da Assistência Social), para Idosos, para a Pastoral da Criança e, cerca de outras 10 entidades sociais.

Informações gerais


INÍCIO: 12/2006 (em andamento)
ENTIDADE EXECUTORA: Prefeitura do Município de Toledo por meio da Secretaria de Administração
ENTIDADES CO-EXECUTORAS: Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento – SAPA
PARCEIROS: Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE/Campus de Toledo, Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER,Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Sindicato Rural de Toledo,Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR, Universidade Paranaense - UNIPAR , Universidade Federal Fronteira Sul – UFFS/Campus Realeza,ITAIPU Binacional,Conselho Municipal do Meio Ambiente - CMMA e Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional - COMSEA
APRESENTADO POR: Luiz Carlos Bazei  e Sofia Carminati Perinazzo 
RECURSOS: Próprios e de Terceiros 
FAIXA DE VALOR: Acima de U$25 mil
CATEGORIA: Projeto
ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Segurança Alimentar e Nutricional
PALAVRAS-CHAVE: Segurança Alimentar e Nutricional Promoção da Saúde, Saúde Preventiva Educação Nutricional, Agricultura Familiar, Assistencialismo, Direitos Humanos; Restaurantes Populares, Programa de Aquisição de Alimentos e Programa Nacional de Alimentação Escolar
PÚBLICO-ALVO: População em insegurança alimentar
LOCALIZAÇÃO: Área urbana 
ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional
ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Municípios de Ouro Verde do Oeste, São José da Palmeiras, São Pedro do Iguaçu, Assis Chateubriand, Marechal Cândido Rondon, Cascavel, Palotina, Tupãssi, Quatro Pontes, Entre Rios e Toledo entre outras. Nota :Estes municípios são abrangidos pela prática, pois Toledo recebe muitos visitantes, pacientes, vendedores e trabalhadores formais e informais de todos os municípios listados.
Fonte: 
http://www.boaspraticas.org.br/index.php/pt/areas-tematicas/alimentacao/481-cozinha-social-e-restaurantes-populares

Segurança Alimentar

O termo “segurança alimentar” começou a ser utilizado na Europa durante a Primeira Guerra Mundial, ligado ao conceito de segurança nacional, à capacidade dos Estados de produzirem seus alimentos e ao fenômeno da fome, agravado pela guerra.
Posteriormente, durante a Segunda Guerra Mundial, as questões relativas à segurança alimentar tornaram-se tão críticas, que ao fim do conflito em 1945 é criada a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura – FAO. A partir deste momento, a segurança alimentar passa a ser trabalhada como uma estratégia global, no âmbito da Organização das Nações Unidas – ONU – cuja Assembléia Geral, em 1948, proclama a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que em seu Artigo XXV reconhece a alimentação como um dos direitos humanos básicos.
A fome e a capacidade de produção de alimentos foram as motivações iniciais, mas, nas últimas décadas as doenças associadas à má alimentação e à obesidade passaram a integrar as discussões. No Brasil, a Lei de Segurança Alimentar e Nutricional dispõe que: “a segurança alimentar consiste na realização do direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentares promotoras de saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam ambiental, cultural, econômica e socialmente sustentáveis”. 
Na última década, o Estado brasileiro tomou a segurança alimentar como prioridade, inserindo o tema nas ações dos órgãos governamentais. Foram aprovados marcos legais, como a Lei de Segurança Alimentar e Nutricional e retomadas políticas de interação com a sociedade civil, com a refundação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) e realização de Conferências.
Nesta sessão você poderá conhecer Unidades de Referência e Projetos de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável ligados à temática Segurança Alimentar.
Fonte: http://www.boaspraticas.org.br/index.php/pt/areas-tematicas/alimentacao

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Conab divulga resultado da pesquisa sobre perdas no transporte e armazenagem

  • Publicado: Terça, 05 de Novembro de 2019, 10h00
O Brasil perde no transporte de grãos das rodovias até os portos de embarque para exportação, especialmente de arroz, trigo e milho, percentuais de 0,13%, 0,17% e 0,10%, respectivamente, segundo pesquisa realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Os índices, que incluem também a perda em armazenagem, serão divulgados nesta terça-feira (5), durante o I Seminário sobre Eficiência e Redução de Perdas no Armazenamento e Transporte de Grãos no Brasil, em Curitiba/PR.
As perdas desses grãos, segundo o estudo, são causadas basicamente por três fatores que se correlacionam, sendo eles “as más condições das rodovias, a precariedade da frota de caminhões e a imprudência de motoristas”, conclui.

O estudo apurou também que o arroz, cuja maior produção nacional tem origem nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins, tem uma variação de 1,5 a 4% de perdas na armazenagem em silos. Os pesquisadores destacaram, no entanto, a boa conservação sanitária dos grãos tanto nos segmentos de armazenagem quanto na industrialização e comercialização.
Já para o trigo, a apuração chegou a um índice médio mensal obtido de quebra técnica nos grãos, calculado por meio de amostragens, de 0,43% para silos de alvenaria e de 0,11% para os metálicos.
Os estudos serão divulgados durante o seminário e a apresentação dos artigos técnicos referentes a cada uma das pesquisas estará disponível no portal da Conab após o término do evento.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Cultivando Água Boa

O Cultivando Água Boa (CAB) é um conjunto de programas socioambientais da Itaipu em conjunto com mais de 2.200 parceiros, executados nos 29 municípios que compõem a Bacia Hidrográfica do Paraná – Parte 3 (BP3), no Oeste do Paraná. Em cada município há um comitê gestor, com forte participação popular.

Entre as principais ações do programa, estão a recuperação de microbacias hidrográficas e a educação ambiental nas comunidades do entorno do reservatório da Itaipu, além de iniciativas de apoio à agricultura orgânica e familiar, aquicultura (cultivo de peixes), comunidades indígenas, cooperativas de catadores de materiais recicláveis, cultivo de plantas medicinais, entre outros.
Passada mais de uma década após a sua implementação, o programa já está em estado avançado em aproximadamente 30% do território da BP3, resultando em 206 microbacias trabalhadas.
link:

PRÁTICAS RELACIONADAS AO PROGRAMA

domingo, 18 de agosto de 2019

Reunião da CORESAN

Os membros da Comissão Regional de Segurança Alimentar e Nutricional – CORESAN, de Maringá, para reunião a ser realizada no Auditório da Sociedade Rural de Maringá (Parque de exposições Francisco Feio Ribeiro) no dia 16 de agosto de 2019 (sexta-feira), Com início às 09h00, em primeira convocação, com presença de 1/3 dos membros e, em segunda convocação, 15 minutos após, com qualquer número de presentes, para apreciar, debater e deliberar sobre a ordem do dia:
1. Eleição da Coordenação e suplência;
2. Informes Gerais (da CESAN, políticas públicas do DESAN, Centrais de abastecimento, etc);
3. Estudo do Regimento Interno;
4. Criação de Câmaras Técnicas de SAN;
5. Encontro Regional de SAN (novembro);
6. Outros assuntos.





segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Mercado garantido e preço justo mantêm agricultores familiares no campo


Ministério da Cidadania apoia criação de frente parlamentar em defesa da agricultura familiar

Brasília/DF - O Congresso Nacional lançou nesta quinta-feira, oito de agosto, a Frente Parlamentar Mista do Agronegócio e da Agricultura Familiar. A iniciativa visa fomentar o agronegócio e fortalecer os pequenos produtores do país por meio da criação de leis específicas para o fomento do setor e da articulação com diversos órgãos da União.
A criação da frente foi celebrada pelo diretor do Departamento de Compras Públicas para Inclusão Social e Produtiva Rural do Ministério da Cidadania, Iberê Orsi. Segundo ele, a criação de políticas sociais que integrem e defendam os pequenos produtores é fundamental. “O fato de que 70% do que está na mesa do brasileiro vem da agricultura familiar mostra a importância do pequeno agricultor. Por isso, o Ministério da Cidadania tem a consciência de que é preciso a concretização de políticas públicas voltados para a proteção e fomento da agricultura familiar”, explicou.
A presidente da Frente Parlamentar, deputada federal Bia Kicis, ressaltou que é preciso dar condições para que as famílias do campo possam se manter de forma digna e tenham condições de investir em tecnologia e aumentar a produção. “Nosso objetivo é olhar para o pequenininho, aquele que trabalha arduamente, com dificuldade, sem tecnologia. Nós queremos ajudá-lo a conquistar a tecnologia, o acesso ao crédito. O pequeno agricultor não precisa de esmola ou caridade, precisa de respeito”, afirmou
Para incentivar pequenos produtores, o Ministério da Cidadania promove diversas ações voltadas ao desenvolvimento, integração e segurança alimentar. O Programa de Aquisição de Alimentos incentiva compras da agricultura familiar por órgãos públicos. Apenas na modalidade Compra Institucional, já foram investidos mais de 180 milhões de reais diretamente para agricultores familiares. O programa de Cisternas, nas modalidades familiar, escolar e água para produção, garante tecnologia de captação de água da chuva para consumo e para produção rural em todo o país. Para mais informações sobre os programas voltados para a agricultura familiar, acesse cidadania.gov.br.
*Por Henrique Jasper
Informações sobre os programas do Ministério da Cidadania: