terça-feira, 16 de janeiro de 2018
Paraná: Lançado o Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional 2016-2019
Está disponível para download o II Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional.
O material procura por um lado avançar nas potencialidades e nos novos
desafios relativos à Segurança Alimentar e Nutricional, e por outro
preservar as conquistas alcançadas no plano anterior. A publicação
representa um termo de compromisso do Governo do Estado com a população
paranaense, a política de Segurança Alimentar e Nutricional, e com o
Direito Humano à Alimentação Adequada.
O Plano 2016-2019 foi elaborado pela Câmara Governamental
Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan-PR), a partir
das deliberações da IV Conferência Estadual de Segurança Alimentar e
Nutricional (Cesan).
A Caisan-PR foi instituída pelo Decreto nº 8.745/2010 e alterada
pelos Decretos nºs 4459/2012 e 2743/2015. É composta atualmente por 10
Secretarias e tem a atribuição de coordenar a execução da Política
Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional. Outra atribuição
fundamental da Caisan-PR refere-se ao monitoramento da execução do
novo Plano, respeitando a competência de ser a instância governamental responsável pela coordenação da Política Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional.
novo Plano, respeitando a competência de ser a instância governamental responsável pela coordenação da Política Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional.
Ressalta-se a participação do controle social na construção deste
trabalho, haja vista que a elaboração do Plano foi pautada nas
deliberações da IV Cesan. A Caisan-PR analisou as propostas
apresentadas, que apontaram os desafios vivenciados na execução das
políticas públicas nos municípios paranaenses e consolidou no Plano
Estadual 2016-2019, aquelas com viabilidade de cumprimento.
MDS repassa mais de R$ 5 milhões para a modernização de bancos de alimentos de São Paulo
Brasília – O
Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) assinou, nesta quinta-feira
(28), em São Paulo (SP), o contrato de repasse de mais de R$ 5 milhões
para a modernização dos bancos de alimentos de 11 municípios
paulistanos. Essas unidades foram selecionadas em edital feito este ano
pela pasta.
Os recursos poderão ser investidos em reformas de ampliação e compra de veículos para transportar alimentos, além de despesas de custeio, como freezers e geladeiras, computadores, caixas plásticas, materiais de escritório, uniformes e ferramentas.
De acordo com o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Caio Rocha, o repasse tem o objetivo de combater a insegurança alimentar entre as pessoas em vulnerabilidade social atendidas nas entidades socioassistenciais.
“Os bancos beneficiam a população que mais precisa. Com a modernização dessas unidades, vamos atender quase mil instituições como creches, asilos e hospitais. Eles terão acesso a alimentos de boa qualidade”, afirmou.
A secretária de Trabalho e Empreendedorismo do município de São Paulo, Aline Cardoso, ressaltou a parceria do MDS. Segundo ela, o recurso – no valor de R$ 500 mil – ampliará a política de redução de desperdício de alimentos que o município já executa.
“Temos a nossa rede abastecimento do município e a ideia é trazer alimentos em boa qualidade, mas que não têm mais como comercializar não tem mais a possibilidade. A gente recupera esses produtos e distribui para as famílias em situação de vulnerabilidade”, explicou.
De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), aproximadamente 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçadas em todo o mundo por ano.
Edital – No total, o MDS investirá R$ 8,7 milhões na modernização de 19 bancos de alimentos em todo o país. As propostas selecionadas solicitaram o valor de até R$ 500 mil para a execução dos projetos.
Números – No Brasil, 218 bancos estão em funcionamento e compõem uma rede nacional – desses, 107 unidades são coordenadas pelos governos estaduais e municipais. Em 2017, foram arrecadadas mais de 50 toneladas de alimentos. No total, foram atendidas mais de 17 mil instituições. Além disso, são 25 bancos de alimentos em construção – com previsão para entrar em funcionamento até junho de 2019.
Os alimentos são arrecadados por meio de doações de produtores rurais ou de representantes da rede comercial e também de programas públicos de apoio à agricultura familiar, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
Os recursos poderão ser investidos em reformas de ampliação e compra de veículos para transportar alimentos, além de despesas de custeio, como freezers e geladeiras, computadores, caixas plásticas, materiais de escritório, uniformes e ferramentas.
De acordo com o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Caio Rocha, o repasse tem o objetivo de combater a insegurança alimentar entre as pessoas em vulnerabilidade social atendidas nas entidades socioassistenciais.
“Os bancos beneficiam a população que mais precisa. Com a modernização dessas unidades, vamos atender quase mil instituições como creches, asilos e hospitais. Eles terão acesso a alimentos de boa qualidade”, afirmou.
A secretária de Trabalho e Empreendedorismo do município de São Paulo, Aline Cardoso, ressaltou a parceria do MDS. Segundo ela, o recurso – no valor de R$ 500 mil – ampliará a política de redução de desperdício de alimentos que o município já executa.
“Temos a nossa rede abastecimento do município e a ideia é trazer alimentos em boa qualidade, mas que não têm mais como comercializar não tem mais a possibilidade. A gente recupera esses produtos e distribui para as famílias em situação de vulnerabilidade”, explicou.
De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), aproximadamente 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçadas em todo o mundo por ano.
Edital – No total, o MDS investirá R$ 8,7 milhões na modernização de 19 bancos de alimentos em todo o país. As propostas selecionadas solicitaram o valor de até R$ 500 mil para a execução dos projetos.
Números – No Brasil, 218 bancos estão em funcionamento e compõem uma rede nacional – desses, 107 unidades são coordenadas pelos governos estaduais e municipais. Em 2017, foram arrecadadas mais de 50 toneladas de alimentos. No total, foram atendidas mais de 17 mil instituições. Além disso, são 25 bancos de alimentos em construção – com previsão para entrar em funcionamento até junho de 2019.
Os alimentos são arrecadados por meio de doações de produtores rurais ou de representantes da rede comercial e também de programas públicos de apoio à agricultura familiar, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Osmar Terra oficializa compra de leite em pó da agricultura familiar no RS
2017 14h48
| Foto: Rafael Zart/MDS |
Porto Alegre – O
ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, oficializou nesta
sexta-feira (15) a compra de leite da agricultura familiar no Rio Grande
do Sul. Em evento no palácio Piratini, em Porto Alegre (RS), ele
assinou a liberação de mais de R$ 13 milhões para a compra do produto
por meio da modalidade Compra Direta do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
Ao todo, serão adquiridas mil toneladas de leite em pó de 31
cooperativas gaúchas já cadastradas. A aquisição é imediata e resulta de
uma parceria entre os ministérios do Desenvolvimento Social (MDS) e da
Agricultura. O objetivo é auxiliar os produtores que vêm sofrendo com a
desvalorização do leite causada pela importação excessiva do produto do
Uruguai.
De acordo com Terra, a aquisição incentiva a produção de leite dos agricultores familiares, além de garantir um preço justo e renda para as famílias.
De acordo com Terra, a aquisição incentiva a produção de leite dos agricultores familiares, além de garantir um preço justo e renda para as famílias.
“Acredito que não é uma compra de leite que resolva o problema, mas,
com certeza, ajuda muito os pequenos produtores. A pequena propriedade é
muito frágil. Qualquer alteração no mercado abala muito os agricultores
familiares. E isso é uma causa de empobrecimento. Essa compra tem um
papel social muito grande porque vai ajudar o produtor a se manter no
campo”.
O governador do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori, destacou a
importância da ação do governo federal para que os pequenos produtores
continuem produzindo. “O que nos reúne aqui hoje é mais uma ação do
governo federal. Isso vai representar, com certeza, um alívio financeiro
para as cooperativas da agricultura familiar e vai se refletir no
mercado como um todo”.
Para o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínio e Produtos
Derivados do Rio Grande do Sul, Alexandre Guerra, o governo federal está
fazendo uma ação para minimizar os impactos da desvalorização do leite.
“Para nós, é muito importante esse investimento, pois ajuda a tirar a
pressão do mercado e apoia as cooperativas. A ação é fundamental neste
momento e melhora nossa expectativa de trabalhar diferente e melhorar o
setor”.
Em todo o país, serão investidos R$ 17 milhões na compra do leite. O
objetivo é reduzir os estoques e regular o preço do produto. O leite é
doado prioritariamente para entidades da rede socioassistencial, de
saúde e educação, para atender às famílias em situação de insegurança
alimentar e nutricional ou diretamente para famílias registradas no
Cadastro Único, com perfil de renda do Programa Bolsa Família.
*Por Pamela Santosquinta-feira, 14 de dezembro de 2017
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
UEM pode integrar rede do Sisan
.
A UEM reuniu autoridades públicas e pesquisadores das áreas de
produção e tecnologia alimentar e nutricional para debater a integração
da Universidade nas políticas do Sisan (Sistema Nacional de Segurança
Alimentar e Nutricional), instituído pela Lei Orgânica de Segurança
Alimentar e Nutricional, de gestão intersetorial e participativa para a
manutenção e execução de políticas na área.
O evento, realizado durante toda a manhã desta quarta-feira, dia 6 de
dezembro, no Anfiteatro Keshiyu Nakatani, Bloco G-90, no câmpus da UEM,
contou com a participação do reitor Mauro Baesso, que falou do
potencial da UEM para compor essa rede, destacando os inúmeros
pesquisadores que já produzem e podem produzir ainda mais conhecimento e
novas tecnologias nesse campo. O reitor também mencionou a
infraestrutura em equipamentos e serviços que a Universidade detém que
pode ser colocada à serviço do projeto.
“A UEM tem todas as condições de dar as respostas que a sociedade
precisa e assim contribuir nesse processo de estruturação da rede em
segurança alimentar e nutricional, atuando em sinergia com o município
para resolver problemas locais e regionais”, frisou Baesso. Ele também
anunciou um convênio amplo que está sendo firmado com o Instituto de
Tecnologia do Paraná e que envolve exatamente a questão da segurança
alimentar.
Vanderlei Amboni, do Departamento de Segurança Alimentar e
Nutricional do Núcleo Regional de Maringá, da Secretaria de Estado da
Agricultura e do Abastecimento, também esteve no evento e durante seu
pronunciamento destacou as ações do Governo do Estado no estímulo à
geração de renda e à redução da pobreza e da desigualdade social no
campo, com apoio projetos técnicos propostos por organizações da
agricultura familiar.
Amboni também citou o Programa Compra Direta Paraná que oferece apoio
na comercialização da produção e o acesso aos alimentos por grupos de
cidadãos em vulnerabilidade social e ainda a implantação dos
Restaurantes Populares, criados com o objeto de oferecer à população
refeições a preços acessíveis. Maringá, que já conta com um Restaurante
Popular, terá uma nova unidade, segundo anunciou Amboni.
A representante da Comissão Regional de Segurança Alimentar e
Nutricional de Maringá (Coresan), Marilze Brandão Assis falou da
relevância desse encontro que ela espera ser um marco capaz de trazer
avanços importantes em relação a garantia e o acesso da população à
alimentação saudável, “apesar do momento pelo qual passa o País, em que
se vê a desconstrução de tantos direitos”.
Para o promotor de Justiça, Maurício Kalache, o encontro constitui um
momento histórico à medida que reúne pesquisadores de diferentes
departamentos e áreas abrindo possibilidades de superar “barreiras da
especialização extrema”.
No entendimento do promotor, a integração e a interdisciplinaridade
na produção de conhecimento vão ajudar muito no fortalecimento de uma
rede de segurança alimentar. Kalache também citou a implantação de
projetos de extensão como uma ferramenta importante dentro dessa
proposta, sinalizando inclusive a possibilidade de aporte de recursos no
apoio ao desenvolvimento dos programas.
Além disso, ele comentou sobre a necessidade de manterem-se vivas as
discussões internas sobre o Sisan, através de capacitações ou mesmo a
inclusão do tema nos componentes curriculares dos diversos cursos que a
Universidade oferece.
Ao final dos pronunciamentos, o nutricionista Geferson Almeida
Gonçalves (foto acima), doutor em Ciências de Alimentos pela UEM e
membro da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional,
explanou sobre o funcionamento do Sisan.
A outra palestra foi ministrada por Marilze Brandão Assis (foto abaixo), da Coresan.
O evento também contou com a presença, entre outras autoridades, do
secretário de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente de Marialva,
Lindalvo José Teixeira.
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