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Brasília – Ao
participar da reunião plenária do Conselho Nacional de Segurança
Alimentar e Nutricional (Consea), o secretário nacional de Segurança
Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e
Agrário (MDSA), Caio Rocha, reafirmou nesta quarta-feira (30) o
compromisso do governo federal no combate à desnutrição.
Segundo ele, o ministério tem o firme propósito de garantir a segurança alimentar e nutricional não apenas de famílias beneficiárias dos programas sociais. Rocha defende a criação de um grande programa de inclusão produtiva, com ações intersetoriais que reforcem a proteção social e promovam a alimentação saudável dos brasileiros. “Somos um país que produz mais de 200 milhões de toneladas de alimentos, o que representa mil quilos de comida por pessoa. Segundo a FAO, 250 quilos seriam suficientes. O problema está na distribuição e na organização da produção”, explicou. Na ocasião, o secretário disse ainda que o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan) é dos compromissos do governo federal com a promoção da alimentação saudável e adequada. O documento é o principal instrumento de planejamento, gestão e execução das ações para o período de 2016 a 2019. O plano traz um conjunto de 121 metas e 99 ações estruturadas a partir dos grandes desafios voltados para o acesso, a produção e o consumo de alimentos saudáveis. Lista – Para o biênio 2017/2018, serão renovadas 30% das organizações da sociedade civil e 65% dos representantes do Consea. O mandato no conselho é de dois anos, renovável por um período. Uma lista com novos nomes de instituições e seus representantes já foi entregue pelo Consea ao MDSA. Os nomes serão submetidos à Presidência da República para a nomeação. O processo deverá ser concluído no início de 2017. |
quinta-feira, 2 de março de 2017
MDSA reafirma compromisso com segurança alimentar
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
Ministro reforça importância do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
| Patrick Grosner/MDSA |
Brasília – O
ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, ressaltou
nesta quarta-feira (15) a importância do segundo Plano Nacional de
Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan) para as famílias que ainda
vivem em insegurança alimentar no país. “Temos que fazer avançar a
política de segurança alimentar. E este plano é o primeiro passo para
isso”, destacou ele durante a 29ª reunião ordinária da Câmara
Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan).
No encontro, foram discutidas as principais estratégias e metas do
Plansan. Publicado na última segunda-feira (13) pelo governo federal, o
plano tem 121 metas e 99 ações estruturadas até 2019. O documento traz
ações para promover a oferta a alimentos saudáveis para toda a população
e o direito humano à alimentação adequada.
Serão investidos R$ 98,6 bilhões, R$ 10 bilhões a mais que o primeiro
Plansan. “Isso demonstra o interesse concreto do governo em apoiar
ações de proteção social para que a gente possa atender as famílias que
estão em insegurança alimentar”, avaliou o secretário nacional de
Segurança Alimentar e Nutricional do MDSA, Caio Rocha.
Primeira infância – Em sua apresentação, Osmar Terra destacou a
importância do Programa Criança Feliz para a identificação das pessoas
em insegurança alimentar e nutricional. “Vamos fazer quatro milhões de
visitas domiciliares por semana quando o programa estiver completo. Só
esse volume vai ter um impacto enorme, porque vamos ver a situação das
famílias, detectar precocemente as necessidades e acionar as políticas
públicas”.
O Criança Feliz irá atender quatro milhões de crianças em todo país
até 2018. Serão priorizadas gestantes e crianças de até 3 anos de idade
beneficiárias do Bolsa Família e as de até 6 anos que recebem o
Benefício de Prestação Continuada (BPC). As famílias serão acompanhadas
por profissionais capacitados, que farão visitas domiciliares de
orientação sobre a melhor forma de promover o desenvolvimento infantil.
Publicação sobre políticas de alimentação já está disponível na internet
A versão 2017 da publicação “Gestão Municipal das
Políticas de Alimentação e Nutrição e de Promoção da Saúde na Atenção
Básica” do Ministério da Saúde já está disponível na internet.
A publicação tem por finalidade apoiar os gestores e
profissionais que atuam na coordenação dos programas do Ministério da
Saúde voltados para a promoção da saúde e atenção nutricional na Atenção
Básica, com um breve resumo dos principais programas do ministério
relacionados a essas temáticas, descrevendo seus objetivos, as
referências legais (decretos, portarias), os materiais de apoio, cursos
relacionados e sistemas de informações vinculados.
O documento é dividido em capítulos que tratam sobre as
políticas voltadas para a promoção da saúde dentre elas a Política
Nacional de Alimentação e Nutrição e a Política Nacional de Agroecologia
e Produção Orgânica. A segunda parte fala sobre o diagnóstico inicial
das ações desenvolvidas nos municípios. Em seguida, são apresentados os
programas, ações e estratégias ofertadas pelo Ministério da Saúde. E por
fim, o último capítulo apresenta as alternativas de como manter a
secretaria municipal de saúde atualizada.
Clique aqui para acessar a publicação
Governo federal aprova segundo Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
Para enfrentar os desafios da alimentação da
população, o governo federal elaborou um plano com 121 metas e 99 ações
estruturadas até 2019. O segundo Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan),
publicado nesta segunda-feira (13) no Diário Oficial da União, foi
elaborado pela Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e
Nutricional (Caisan), coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento
Social e Agrário (MDSA).
O documento traz um conjunto de ações para promover a oferta a
alimentos saudáveis para toda a população e combater o crescente aumento
do sobrepeso, da obesidade e das doenças crônicas não transmissíveis.
Atualmente, 57% da população brasileira adulta está com excesso de peso e 21,3% dos brasileiros são obesos.
Além disso, o plano destaca a importância de fortalecer sistemas de
produção de alimentos de bases mais sustentáveis e de reduzir a
insegurança alimentar e nutricional de populações tradicionais.
“O Plansan reúne ações do governo federal para garantir a segurança
alimentar e nutricional e o direito humano à alimentação adequada.
Inclui, por exemplo, temas regulatórios, principalmente na questão do
consumo de alimentos mais saudáveis”, destaca o secretário nacional de
Segurança Alimentar e Nutricional do MDSA, Caio Rocha.
Elaborado pelos 20 ministérios que compõem a Caisan, o documento
apresenta nove desafios e reúne ações que envolvem a produção, o
abastecimento e o consumo de alimentos, o que totaliza um orçamento de
R$ 98,6 bilhões.
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Desafios do Plansan:
Desafio 1 - Promover o acesso universal à
alimentação adequada e saudável, com prioridade para as famílias e
pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional.
Desafio 2- Combater a Insegurança Alimentar e
Nutricional e promover a inclusão produtiva rural em grupos
populacionais específicos, com ênfase em Povos e Comunidades
Tradicionais e outros grupos sociais vulneráveis no meio rural.
Desafio 3 - Promover a produção de alimentos
saudáveis e sustentáveis, a estruturação da agricultura familiar e o
fortalecimento de sistemas de produção de base agroecológica.
Desafio 4 - Promover o abastecimento e o acesso regular e permanente da população brasileira à alimentação adequada e saudável.
Desafio 5 - Promover e proteger a alimentação
adequada e saudável da população brasileira, com estratégias de educação
alimentar e nutricional e medidas regulatórias.
Desafio 6 - Controlar e prevenir as doenças decorrentes da má alimentação.
Desafio 7 - Ampliar a disponibilidade hídrica e o acesso à agua para a população, em especial a população pobre no meio rural.
Desafio 8 - Consolidar a implementação do Sistema
Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), aperfeiçoando a
gestão federativa, a intersetorialidade e a participação social.
Desafio 9 - Apoio a iniciativas de promoção da soberania, segurança alimentar e nutricional, do direito humano à alimentação adequada.
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MEC mantém percentual obrigatório para compra de alimentos da agricultura familiar
O Ministério da Educação/FNDE publicou ontem (8)
Resolução n° 1, que prevê o repasse, em 2017, de R$ 4,15 bilhões para o
Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). No ano passado, o
orçamento do Pnae foi de R$ 3,4 bilhões.
O último ajuste de valores per capta ocorreu em 2010 (Resolução CD/FNDE n° 38/2009).
A Resolução manteve o disposto na lei 11.945/2009, que
determina que pelo menos 30% dos recursos repassados pelo governo
federal aos estados e municípios para a alimentação escolar sejam
utilizados na compra direta de gêneros da agricultura familiar. A medida
visa estimular o desenvolvimento econômico das comunidades locais. Para
este ano, está prevista a utilização de recursos da ordem de R$ 1,24
bilhão.
Houve elevação do valor per capta para os alunos do ensino fundamental e ensino médio (de R$ 0,30 para R$ 0,36).
O repasse para alunos de escolas de educação básica localizadas
em comunidades indígenas e em áreas remanescentes de quilombos teve
acréscimo, o valor per capta/dia para essas comunidades foi alterado de
R$ 0,60 para R$ 0,64.
Para os alunos da pré-escola, exceto os matriculados em escolas
localizadas em áreas indígenas e remanescentes de quilombos, o valor
aumentou de R$ 0,50 para R$ 0,53.
O valor per capta/dia para as crianças matriculadas em creches,
inclusive as localizadas em áreas indígenas e remanescentes de
quilombos, passou de R$ 1,00 para R$ 1,07.
Para os alunos matriculados na Educação de Jovens e Adultos
(EJA), antes eram destinados R$ 0,30, o valor per capta agora será de R$
0,32.
Os alunos do Programa Novo Mais Educação terão complementação
financeira de forma a totalizar o valor per capita de R$ 1,07 (o valor
anterior era de R$0,90).
Em 2013, houve a inclusão das modalidades Atendimento
Educacional Especializado (AEE) e Tempo Integral. O valor per capta/dia
da alimentação escolar para os alunos que frequentam o AEE será de R$
0,53. Para os estudantes contemplados no Programa de Fomento às Escolas
de Ensino Médio em Tempo Integral, haverá complementação financeira de
forma a totalizar o valor per capita de R$ 2,00.
O valor repassado pela União a estados e municípios por dia
letivo para cada aluno é definido de acordo com a etapa de ensino, com
base no Censo Escolar realizado no ano anterior ao do atendimento.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Informativo CAISAN
Mais produtos orgânicos na mesa do brasileiro em 2017
Região Sudeste lidera produção de orgânicos com mais de 330 mil hectares plantados
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Compras institucionais devem movimentar R$ 260 milhões em 2017
MDSA incentiva órgãos dos governos a comprar mais alimentos dos agricultores familiares
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Edital vai destinar R$ 10 milhões a projetos de agroecologia
Chamada do CNPq vai apoiar a criação de núcleos de estudo e centros vocacionais tecnológicos
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Informativo CAISAN
FAO divulga relatório sobre os índices de sobrepeso e obesidade
O sobrepeso entre os adultos brasileiros passou de 51,1%, em 2010, para 54,1%, em 2014
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Programa Fomento deve atender 50 mil famílias em 2017
Além de recursos financeiros, agricultores receberão assistência técnica e extensão rural
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UFRGS abre chamada pública para compra de alimentos
Instituição vai adquirir produtos por meio da Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos
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Comer Pra Quê? lança portal sobre alimentação saudável
BRASÍILIA. A página www.comerpraque.com.br, com diversos conteúdos, é um espaço de conexão entre jovens, educadores, comunicadores e instituições.
Iniciativa do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) em parceria com as universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e a Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), o Comer Pra Quê? foi criado para desenvolver estratégias educativas e de mobilização para a juventude.
Para isso, a equipe responsável pelo projeto viajou para quatro capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre. Em cada cidade, convidou jovens com idades entre 15 e 20 anos, de diversos bairros, para criar grupos de diálogo sobre temas que fazem parte da mobilização. Os encontros geraram mais de 30 vídeos, filmes de animação, spots de rádio e vídeos protagonizados pelos próprios participantes. Todo o conteúdo está disponível no portal.
Para a diretora do Departamento de Estruturação e Integração dos Sistemas Públicos Agroalimentares do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), Patrícia Gentil, é preciso sensibilizar os jovens e incentivar a reflexão sobre alimentação saudável. Ela ressalta que, no país, 57% da população adulta está na faixa do sobrepeso e 21,3% é considerada obesa. “Estamos propondo uma educação para o consumo, uma reflexão crítica sobre a alimentação adequada”, afirma.
No portal, estão disponíveis vídeos, notícias, fotos, agenda de eventos e uma biblioteca virtual, composta por livros, publicações, músicas e obras de arte que tenham relação com a comida.
Segundo a coordenadora do Comer Pra Quê?, Amábela Cordeiro, o desafio do projeto é trazer o tema de forma questionadora, aguçando a curiosidade das novas gerações. O formato encontrado – investir em redes sociais, vídeos e material radiofônico – foi sugerido pelos jovens que participaram das rodas de conversa nas cidades visitadas.
“Em fevereiro, pretendemos fazer rodas de conversa, com oficinas de estêncil, fotografia, para abordar os temas de projeto”, destaca Amábela, que é nutricionista e professora da UFRJ. Ela acrescenta que, entre abril e maio deste ano, o Comer Pra Quê? voltará a percorrer as cidades visitadas para apresentar o material produzido.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Compras institucionais devem movimentar R$ 260 milhões para a agricultura familiar em 2017
Brasília – O
governo federal deve investir R$ 260 milhões em compras de alimentos da
agricultura familiar em 2017. As aquisições serão feitas por meio da
modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos
(PAA), coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário
(MDSA). A atual legislação determina que órgãos da administração pública
federal comprem, no mínimo, 30% dos gêneros alimentícios dos
agricultores familiares.
O secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDSA, Caio Rocha, explica que foram investidos R$ 61 milhões em 2016. “Estamos incentivando as universidades federais, os Institutos Federais de Educação e as Forças Armadas a comprarem cada vez mais da agricultura familiar. Nossa previsão é chegar a R$ 260 milhões com esse tipo de compra”.
O Ministério da Defesa é um dos principais compradores da modalidade. Em outubro do ano passado, o órgão fez a maior aquisição em um único edital. Foram investidos mais de R$ 13 milhões na compra de 102 tipos de alimentos. Os produtos foram destinados para atender as demandas da administração central do ministério e das unidades do Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e Força Aérea Brasileira no Distrito Federal.
A Compra Institucional promove uma alimentação mais saudável, uma vez que a oferta dos alimentos está mais próxima dos consumidores. Os órgãos adquirem produtos mais frescos e diversificados, além de colaborarem com o desenvolvimento da economia na região.
Na modalidade, os alimentos são adquiridos com recursos próprios do órgão público e não há necessidade de procedimento licitatório. Cada família agricultora pode comercializar R$ 20 mil por ano, por órgão comprador. Para os empreendimentos da agricultura familiar, o valor é de R$ 6 milhões por ano, por órgão comprador.
Portal – O MDSA disponibilizou o portal de Compras da Agricultura Familiar para apoiar compradores e fornecedores. A ferramenta reúne informações sobre como vender produtos, modelos de chamadas públicas e contratos de compra e venda, além de orientações gerais sobre a legislação para aquisição de alimentos para órgãos da União, estados, Distrito Federal e municípios, incluindo o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
O secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDSA, Caio Rocha, explica que foram investidos R$ 61 milhões em 2016. “Estamos incentivando as universidades federais, os Institutos Federais de Educação e as Forças Armadas a comprarem cada vez mais da agricultura familiar. Nossa previsão é chegar a R$ 260 milhões com esse tipo de compra”.
O Ministério da Defesa é um dos principais compradores da modalidade. Em outubro do ano passado, o órgão fez a maior aquisição em um único edital. Foram investidos mais de R$ 13 milhões na compra de 102 tipos de alimentos. Os produtos foram destinados para atender as demandas da administração central do ministério e das unidades do Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e Força Aérea Brasileira no Distrito Federal.
A Compra Institucional promove uma alimentação mais saudável, uma vez que a oferta dos alimentos está mais próxima dos consumidores. Os órgãos adquirem produtos mais frescos e diversificados, além de colaborarem com o desenvolvimento da economia na região.
Na modalidade, os alimentos são adquiridos com recursos próprios do órgão público e não há necessidade de procedimento licitatório. Cada família agricultora pode comercializar R$ 20 mil por ano, por órgão comprador. Para os empreendimentos da agricultura familiar, o valor é de R$ 6 milhões por ano, por órgão comprador.
Portal – O MDSA disponibilizou o portal de Compras da Agricultura Familiar para apoiar compradores e fornecedores. A ferramenta reúne informações sobre como vender produtos, modelos de chamadas públicas e contratos de compra e venda, além de orientações gerais sobre a legislação para aquisição de alimentos para órgãos da União, estados, Distrito Federal e municípios, incluindo o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
Programa Fomento deve atender 50 mil famílias em 2017
AGRICULTURA FAMILIAR
Além de recursos financeiros, agricultores receberão assistência técnica e extensão rural
publicado
em
31/01/2017 18h35
Brasília – O
Programa Fomento às Atividades Produtivas Rurais atenderá, em 2017, 50
mil famílias rurais que vivem em situação de pobreza extrema, com foco
naquelas em situação de insegurança alimentar. O programa é coordenado
pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) e pela
Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário
(Sead).
A iniciativa possibilitará a geração de renda com o aumento da
produção, além de garantir alimentação mais saudável para toda a
família. De acordo com o secretário nacional de Segurança Alimentar e
Nutricional do MDSA, Caio Rocha, o programa Fomento é uma forma das
famílias saírem da extrema pobreza, uma vez que alia os serviços de
assistência técnica e extensão rural (Ater) e transferência de recursos
não reembolsáveis.
Em 2017, o MDSA investirá R$ 70 milhões na estratégia – direcionada
aos agricultores familiares, assentados da reforma agrária e povos e
comunidades tradicionais em situação de pobreza.
As famílias beneficiárias são acompanhadas individualmente pelas
entidades de Ater, que dão apoio técnico com o objetivo de aumentar a
produção, a qualidade e o valor dos produtos. Elas ainda recebem um
recurso de R$ 2.400, por meio do cartão do Bolsa Família, para a
aquisição de insumos e equipamentos e assim desenvolver o projeto
produtivo.
Neste ano, o MDSA e a Sead capacitarão várias entidades que atuam com
as famílias. O objetivo, segundo Caio Rocha, é melhorar o resultado do
programa e ensinar os técnicos a considerar não apenas os processos de
produção, mas também a situação de vulnerabilidade social em que vivem
as famílias atendidas. As capacitações serão feitas em todo o país com
os técnicos das entidades com as quais o governo federal firmou acordos
de cooperação técnica.
“Estamos trabalhando com um produtor que está dentro do Cadastro
Único, alguém que está na extrema pobreza. Temos que usar o que temos de
melhor em tecnologia para que ele possa se rentabilizar. Assim, em três
anos, ele poderá ampliar o seu patrimônio e a renda”, avaliou o
secretário.
As primeiras capacitações foram promovidas no Rio Grande do Sul e em
Alagoas. As próximas serão no Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia,
Tocantins e Distrito Federal.
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