quinta-feira, 14 de julho de 2016

Grupo Hospitalar Conceição é o maior executor da Modalidade Compra institucional do PAA

Porto Alegre, 6 – Quilombolas, assentados da reforma agrária e agricultores familiares organizados em cooperativas rurais no Rio Grande do Sul estão vendendo produtos orgânicos e agroecológicos para o Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em Porto Alegre (RS), desde 2013. Em três anos, o GHC comprou R$ 8 milhões em alimentos da agricultura familiar com recursos próprios, aproximadamente 80% de sua aquisição, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
De acordo com a Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (Sesan/MDSA), o GHC é o maior comprador de alimentos da agricultura familiar na Compra Institucional do PAA. A modalidade possibilita que o órgão compre com recursos próprios e dispensa de licitação ao mesmo tempo em que pequenos produtores são inseridos no mercado institucional, principalmente os que estão próximos a creches, restaurantes universitários, hospitais, Forças Armadas e outros equipamentos públicos.
“Esse trabalho vem sendo realizado por meio de chamadas públicas beneficiando  diversos empreendimentos da agricultura familiar. É uma agenda muito significativa, pois contribui com o fortalecimento deste segmento. Nosso papel é ajudar o gestor no entendimento do Marco Legal do PAA e aproximar os empreendimentos da demanda do órgão publico”, afirma a coordenadora geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos da Sesan, Hetel Santos.
O Grupo Hospitalar Conceição é composto por quatro hospitais públicos e serve 270 mil refeições por mês para pacientes, acompanhantes, funcionários e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Nos últimos três anos foram adquiridos 860 mil litros de lácteos e 3,5 mil toneladas de alimentos da agricultura familiar entre leite, iogurte, queijo, panificação e grãos e vegetais orgânicos.
“Tivemos que ir para até as cooperativas para discutir a importância de vender para o SUS e convencê-las a vender para o hospital com qualidade que precisávamos  e de forma permanente. A prevenção da saúde começa pela alimentação com alimentos sem agrotóxicos e sem contaminação”, explica o presidente do Comitê Gestor do PAA do Grupo Hospitalar Conceição, Richard Gomes.
Reconhecimento internacional
O volume de compras da agricultura familiar para atender agentes e usuários do SUS despertou o interesse do Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos (Unops), um órgão operacional da Organização das Nações Unidas (ONU) para implementação de projetos de ajuda humanitária e desenvolvimento social.
Representantes do MDSA, Sebrae Nacional e Unops visitaram o GHC nesta terça-feira (5) para conhecer o sistema de compras institucionais de alimentos da agricultura familiar. Uma parceria entre a Unops/ONU e o Sebrae Nacional pretende utilizar pequenos empreendimentos na execução de projetos da ONU que estão sendo implantadas na área de saúde no Brasil.
“É uma parceria na perspectiva de gerar mercado para os pequenos negócios, inclusive os rurais. A Unops apoia a construção, estruturação e operacionalização de projetos. Viemos conhecer para que possa ser exemplo nos hospitais apoiados por ela”, explica o analista da Unidade de Agronegócio do Sebrae Nacional, Luis Rebelatto.
Atualmente, a organização internacional tem apoiado a compra de suprimentos e equipamentos e a gestão sustentável em hospitais universitários, unidades ambulatoriais, unidades materno infantil e creches públicas em vários estados brasileiros.

Agricultores ampliam fornecimento e se preparam para mercados institucionais

Porto Alegre, 6 – Desde que começou a cultivar arroz nos anos 90, a Cooperativa dos Produtores Orgânicos da Reforma Agrária de Viamão (Cooperav), no Rio Grande do Sul, vendia sua produção ao mercado governamental. Atualmente, a maioria da produção do Assentamento Filhos de Sepé, a 40 km da capital gaúcha, vai para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) do governo federal.
A participação nas compras governamentais proporcionou experiência e amadurecimento para a cooperativa atender chamadas públicas de Compra Institucional de outros órgãos. “Parte significativa da nossa produção é orgânica e agroecológica para a rede metropolitana de Porto Alegre. Cerca de 90% da produção se destina às vendas institucionais de prefeituras, hospitais e para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)”, afirma o agricultor familiar José Luís Rodrigues.
Em 2015, a Cooperav passou a fornecer alimentos ao Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em Porto Alegre (RS), por meio da modalidade Compra Institucional do PAA que dispensa licitação nas compras da agricultura familiar. Só no ano passado foram duas toneladas de vegetais entregues por mês. Alimento saudável e higienizado para complementar 270 mil refeições mensais para pacientes, acompanhantes, funcionários e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Com o aumento da demanda, os custos logísticos também cresceram, mas a solução encontrada pela cooperativa foi se associar a outras da região para dividir despesas do frete e organizar as entregas às escolas e hospitais. Os 155 agricultores familiares da Cooperav perceberam que, para ampliar o mercado, a cooperativa precisava vender produtos processados; como arroz parbolizado e pães; criar embalagens apropriadas e produzir de forma contínua. Logo, ampliaram as instalações e criaram uma cozinha industrial. Agora planejam montar a própria beneficiadora de arroz.
A modalidade de Compra Institucional do PAA é coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, que orienta instituições públicas como realizar as chamadas públicas com recursos próprios. De acordo com a Lei nº 11.947/09, os órgãos públicos devem comprar no mínimo 30% de produtos da agricultura familiar.
“Nosso papel é ajudar o gestor no entendimento do Marco Legal do PAA e nos processos de contratação do edital de forma a aproximar os empreendimentos da agricultura familiar da oferta e da demanda local”, explica a coordenadora geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos do MDSA, Hétel Santos.
Quilombolas
Na medida em que o PAA desenvolve a economia dos pequenos empreendimentos rurais, garante comida mais saudável do campo para a cidade. O programa tem levado segurança alimentar e nutricional às populações vulneráveis e às famílias atendidas pelas políticas públicas federais nas áreas de saúde, educação e assistência social.
Como a Cooperativa Terra de Quilombo, formada por 22 comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul, que passaram de beneficiários de cestas de alimentos, em situação de insegurança alimentar, a fornecedores do PAA no ano passado. 
A produção de feijão, abóbora, batata doce, milho, laranja, verduras e temperos virava comida para os animais porque não havia compradores. Mas, a cooperativa recebeu a identificação de origem Selo Quilombos do Brasil do governo federal e realizou sua primeira venda ao Grupo Hospitalar Conceição em 2015.
De acordo com o presidente do Comitê Gestor do PAA do GHC, Richard Gomes, o grupo tem comprado alimentos orgânicos dos quilombolas desde o ano passado. Na primeira chamada pública, a cooperativa conseguiu comercializar quatro toneladas. Até este mês de julho, os quilombolas entregaram 100 toneladas de vegetais orgânicos que lhe renderam R$ 270 mil.
“O Marco Legal do PAA foi revolucionário para as compras públicas porque cria esta exceção da dispensa de licitação para aquisição de alimentos da agricultura familiar para que os agricultores familiares possam vender alimentos mais saudáveis sem ter que entrar na disputa de atacado com grandes empresas”, destaca Richard Gomes.

Osmar Terra garante compromisso com os programas de segurança alimentar e nutricional

Brasília – “Quero reforçar o coro do Consea e ajudar no que puder. Vamos construir juntos essa política de segurança alimentar e nutricional”, disse o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), Osmar Terra, durante a XXII Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) que aconteceu nesta quarta-feira (6) em Brasília. Terra garantiu que esta área será preservada e aperfeiçoada da melhor forma possível. “Tenho o meu compromisso com o Consea”. 
O ministro citou um programa de inclusão produtiva para os beneficiários do Bolsa Família que está sendo desenhado dentro do MDSA. Dentre as ações, a ampliação do microcrédito com a criação de um fundo de aval. Também enfatizou que se esforçará para aprovar o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional no pleno ministerial da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), que já foi aprovado pelo pleno executivo. 
Lembrou que está em processo de discussão e criação um programa voltado à primeira infância. A proposta é atender de 5% a 10% das crianças ainda este ano e até 2018 todas as crianças menores de três anos. O ministro enfatizou que está mantendo os programas de governo e que não haverá retrocesso na área de assistência social. “Estamos ajustando uma grande base de dados e montamos um comitê especial para aperfeiçoar o programa Bolsa Família”.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Rede Comunicação e Iformação


GOIABA DE CARLÓPOLIS GANHA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA

goiaba de carlopolis conquista selo de indicação geograficaOs municípios de Carlópolis e Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná, receberam o selo de Indicação Geográfica pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial pela goiaba cultivada na região. A chancela concedida à Associação dos Olericultores e Fruticultores de Carlópolis (APC) reconhece a qualidade da fruta e agrega valor ao produto.
Para os produtores, é a certeza de que atendem os mercados mais exigentes e passam a ganhar mais pela mesma produtividade. O próximo passo da associação é conseguir um selo que abra um caminho para exportação.
A cultura, introduzida na região pela imigração japonesa, rende uma média de 15 toneladas por hectare por ano. As frutas são embaladas em envelopes de papel individualmente quando estão com aproximadamente 2 centímetros de diâmetro, para evitar que algum inseto ou animal danifique a fruta. No cultivo não são utilizados pesticidas.
Conhecida por “goiaba de Carlópolis”, a fruta é cultivada em 390 hectares dos dois municípios, sendo a maior produção de goiabas do Paraná e uma das maiores do Brasil, segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Fonte : SEBRAE
 

UNICAFES ABRE INSCRIÇÕES PARA PROJETO CULTIVANDO SABORES DA ROÇA

Resultado de imagem para prato com leguminosasO Programa de Gênero da UNICAFES PR abriu as inscrições para mais uma edição do projeto Cultivando Sabores da Roça, iniciativa que reúne as melhores receitas da Agricultura Familiar. No ano passado o projeto recebeu 100 receitas inscritas por agricultoras de todo o Paraná. Neste ano uma das novidades do Projeto será estimular grupos de mulheres a trabalharem em grupo. Desta forma, as inscrições deverão ser feitas de maneira coletiva. Segundo a coordenação, homens que gostem de cozinhar também poderão se inscrever em algum grupo.

Em razão de a FAO ter declarado 2016 como o Ano Internacional das Leguminosas, a UNICAFES, parceira da instituição lançou o desafio para os participantes de preparem pratos que contenham leguminosas. Assim as receitas que conterem leguminosas entre os principais ingredientes terão uma pontuação especial.  

 Fonte Jornalismo UNICAFES PR .

 

SEBRAE/RS ABRE CHAMADA PÚBLICA PARA EVENTOS INTERNACIONAIS

Os empreendedores de micro e pequenas empresas e Microempreendedores Individuais que atuam nos segmentos de salões de beleza, estéticas e indústria de cosméticos, além de negócios de alimentação, bebidas e gastronomia terão duas importantes oportunidades para conhecer o mercado no exterior. O Sebrae/RS abriu chamada pública para a composição de missões empresariais neste segundo semestre de 2016. Os editais estão publicados no endereço www.sebrae-rs.com.br/index.php/chamadas-publicas e as inscrições para participar das seleções são gratuitas.
As duas missões internacionais são para a Feira Belleza Y Salud, de 17 a 21 de agosto, em Bogotá, na Colômbia, e a Feira Sial Paris, de 16 a 20 de outubro, na França. O prazo de inscrições para a primeira é até o dia 15 de julho e o prazo para a segunda é 5 de agosto. Em cada um dos projetos, há 10 vagas disponíveis.
Conforme o edital das Chamadas Públicas, o Sebrae/RS deverá selecionar micro ou pequenas empresas ou Microempreendedores Individuais que estiverem corretamente inscritos com documentações válidas. A técnica da Gerência Setorial da Indústria, Comércio e Serviços do Sebrae/RS Márcia Thier observa que o objetivo da instituição ao convocar e apoiar empreendedores gaúchos nos eventos internacionais é proporcionar oportunidades para que eles desenvolvam novos mercados, parcerias, representações ou distribuições a fim de consolidar planos de exportações.
"Há também a questão didática de incentivar que os líderes de pequenos negócios obtenham conhecimento em novas tecnologias, inovações, produtos e processos e possam incorporar ou planejar melhorias em suas próprias empresas aqui no Estado", argumenta. A participação dos selecionados não tem restrições quanto a eventos anteriores e não há a obrigatoriedade de que sejam clientes em projetos do Sebrae/RS. "Contudo, aquelas que estão de alguma forma vinculadas à instituição não podem estar inadimplentes. Após a entrega de documentação e preenchimento de cadastro conforme o edital, um Comitê Técnico analisará o conteúdo e divulgará o resultado", esclarece Márcia.
Para ambas as missões empresariais o Sebrae/RS vai subsidiar 30% do valor do pacote de viagem e coordenar as orientações técnicas para que os empresários tenham os melhores aproveitamentos nas visitas aos eventos. "Os profissionais que acompanham as missões internacionais realizam estudos antecipadamente e até mesmo preparam informes sobre focos de atenção que devem ser vistos com o olhar de adaptações para a realidade gaúcha", comenta a técnica.Mais informações podem ser obtidas por meio do telefone 0800-570-0800. 
Fonte : SEBRAE/RS

BRASIL DESPERDIÇA 40 MIL TONELADAS DE ALIMENTO POR DIA, DIZ ENTIDADE

No Brasil, diariamente, são desperdiçados 40 mil toneladas de alimentos, segundo Viviane http://agrosoft.com/agroarquivos/1467589950.jpgRomeiro, coordenadora de Mudanças Climáticas do World Resources Institute (WRI) Brasil, uma instituição de pesquisa internacional. Isso coloca o Brasil, segundo ela, entre os dez países que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundo. Viviane participou do Sustainable Food Summit da América Latina, evento promovido pela Rede Save Food Brasil, no dia 30 de junho de 2016, em São Paulo (SP), e que discutiu a perda e o desperdício com alimentos em todo o mundo.
“O Brasil está entre os dez principais países que mais perdem e desperdiçam alimento. Estamos falando da cadeia de perda e de desperdício. Perda que tem a ver com a colheita, a pós-colheita, com a distribuição e o desperdício que já vem no final da cadeia, que é no varejo, no supermercado e com o hábito do consumidor”, disse Viviane.
Essa perda e desperdício de alimentos tem diversas implicações. Uma delas é com relação à segurança alimentar. “Hoje temos aproximadamente 7 bilhões de pessoas [no mundo] e a estimativa é que, em 2050, seremos 9 bilhões. Enquanto isso, aproximadamente 1 bilhão de pessoas não tem acesso adequado e sofre com desnutrição e falta de alimento. Então, primeiramente, essa é uma questão de segurança alimentar”, disse.
Segundo Allan Boujanic, representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no Brasil, cerca de 30% de tudo o que é produzido no mundo é desperdiçado e perdido antes de chegar à mesa do consumidor. Isso provoca, segundo a FAO, um prejuízo econômico estimado em US$ 940 bilhões por ano, o que corresponde a cerca de R$ 3 trilhões.
Problemas ambientais
Outras implicações, segundo Viviane, dizem respeito aos aspectos econômico e ambiental. “É um assunto que envolve uma questão social e de segurança alimentar, de impacto econômico, mas também de impactos ambientais e aí destacamos essencialmente a perda da biodiversidade, impactos na biodiversidade, impactos no uso do solo, na questão da água, da escassez da água, e também a questão do clima, das emissões de carbono”, disse.
Sobre a questão ambiental, Viviane disse que, se essa perda mundial com os alimentos fosse um país, ela seria o terceiro maior país do mundo por emissão de gás de efeito estufa, por exemplo, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos.
Rede Save Food
Para buscar alternativas para reduzir a perda e o desperdício de alimentos no país foi criada a rede Save Food Brasil, que tem apoio da FAO, da WRI e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária(Embrapa), entre outros. “Essa e outras campanhas da FAO para combater o desperdício de alimentos têm como principal mensagem a mudança de atitude. Temos que ser mais eficientes no uso dos alimentos, mais cientes de que o desperdício é uma realidade e produz muitos efeitos colaterais. É necessário um forte engajamento da sociedade civil, dos produtores e dos governos para fixar metas concretas de redução do desperdício e das perdas de alimentos não só no Brasil, mas em todo o mundo”, disse Boujanic.
A rede, segundo Alcione Silva, membro do corpo diretivo da Rede Save Food Brasil, foi criada pela Organização das Nações Unidas(ONU) no ano passado [2015] em diversos países. “O objetivo é, em um primeiro momento, trazer todos os atores, instituições, empresas e simpatizantes que trabalhem o tema de perdas e desperdícios no Brasil e, conforme essa rede for crescendo, se tornar forte o suficiente para poder atuar em políticas públicas e inovações, trazendo soluções para esse tema de desperdício no Brasil”, disse.
De acordo com Alcione, o desperdício e a perda de alimentos no Brasil é muito grande, mas o país pode contribuir com bons exemplos na mudança mundial desse cenário. Ela citou iniciativas como o Disco Xepa, de distribuição de sopas feitas com sobras de alimentos; a produção de tecnologia pela Embrapa; o Comida Invisível, que pretende fazer um food truck para conscientizar crianças e escolas sobre o reaproveitamento de sobras na cozinha; e o Fruta Imperfeita, que comercializa alimentos considerados “imperfeitos”, tais como uma batata ou cenouras tortas.
Segundo Alcione, o desperdício e a perda de alimentos é uma preocupação em todo o mundo porque tem um grande impacto social, econômico e ambiental. “A gente precisa de 50% a mais de demanda de oferta de alimentos até 2050 para alimentar essas 9 bilhões de pessoas [estimativa de população para o ano]. Deveria ser até uma preocupação muito maior por parte de todos os atores”, disse.
Marco regulatório
Para Viviane, uma das ações que poderia ajudar a reduzir o desperdício e a perda de alimentos no país seria a adoção de um marco regulatório sobre o tema. “Hoje temos vários projetos de lei mas que não foram aprovados ou promulgados. É super-importante que tenhamos um marco regulatório específico e que proporcione segurança jurídica para que as empresas realizem suas doações de forma adequada e para que haja incentivos e subsídios para a redução da perda e desperdício alimentar. Essa questão legislativa e regulatória é extremamente importante”, disse.
Para a coordenadora de Mudanças Climáticas do WRI Brasil, inventariar a perda e o desperdício de alimentos é um primeiro passo importante que as empresas e que os países devem fazer. Depois seria importante estabelecer metas de redução e estratégias para que ocorram.
Para Alcione, a grande dificuldade diz respeito à cadeia logística. “Tanto a cadeia de distribuição quanto a de armazenamento e o consumidor final tem uma grande perda de alimentos por falta de infraestrutura. Nossas centrais de abastecimento não tem uma infraestrutura adequada. Faltam cadeias e câmaras frias e falta conscientização na parte de manipulação e embalagens. O Brasil tem um grande problema de infraestrutura hoje e de logística nessa área. Diria que esse é o problema mais grave que a gente tem no desperdício de alimentos”, disse a integrante do corpo diretivo da Rede Save Food Brasil. 
 FONTE: Agência Brasil Elaine Patricia Cruz — Repórter Fábio Massalli – Edição

terça-feira, 5 de julho de 2016

Comunicação e Informação


PECUÁRIA SUSTENTÁVEL DEVE SE TORNAR NORMA NA AMÉRICA LATINA E CARIBE, DIZ FAO
http://agrosoft.com/agroarquivos/1466977721.jpgA produção pecuária sustentável deve se tornar norma na América Latina e no Caribe, para garantir a proteção dos recursos naturais que sustentam a segurança alimentar, afirmou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no encontro Agenda Global para a Pecuária Sustentável, ocorrido no Panamá.
Mais de 200 representantes de governo, sociedade civil, academia e associações de produtores pecuários de 50 países assinaram a Declaração do Panamá, a qual adotou os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) como o marco que apoiará sua ação no nível mundial.
Segundo a FAO, nas últimas décadas ocorreu um aumento importante da demanda mundial por produtos de origem animal, que até 2050 aumentará 70%.
A América Latina respondeu a esta tendência tornando-se o principal exportador global de carne bovina e de aves, e um grande produtor de carne de porco e lácteos. No entanto, esse processo de crescimento ocorreu, em sua maioria, mediante sistemas intensivos de produção, com o consequente impacto ambiental.
?Mais de 70% dos pastos da região apresentam um nível moderado ou severo de degradação, afetando seriamente a sustentabilidade dos recursos naturais?, disse Tito Díaz, coordenador da FAO para a Mesoamérica (que inclui o sul do México e países da América Central).
Durante a sexta reunião da Agenda Global de Pecuária Sustentável, os ministros latino-americanos destacaram a necessidade de articular suas políticas pecuárias com as de desenvolvimento rural, social e ambiental para alcançar a sustentabilidade.
Além disso, concordaram em garantir a participação ativa da região na formulação e execução dos planos de trabalho da Agenda Global a partir das prioridades definidas pelos países da Comissão de Desenvolvimento Pecuário para América Latina e Caribe.
Um setor estratégico para a segurança alimentar
A pecuária é um setor estratégico para a segurança alimentar regional: segundo a FAO, 25% das calorias e 15% das proteínas consumidas por seus habitantes são de origem animal
O setor pecuário na América Latina e Caribe contribui com 46% do PIB agrícola da região, mas apenas cinco países respondem por cerca de 75% da produção regional.
Aproximadamente 80% dos produtores pecuários da região são pequenos agricultores familiares, que desenvolvem uma tradução pecuária extensiva e rural.
?Estes produtores representam uma oportunidade-chave para que os governos impulsionem formas sustentáveis de produção através de políticas inovadoras e adequadas às suas necessidades?, afirmou Diaz durante a reunião.
A importância para a segurança alimentar dos pequenos produtores pecuários é reconhecida pelo principal acordo regional de erradicação da fome, o Plano de Segurança Alimentar, Nutrição e Erradicação da Fome da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), que fomenta esse setor por meio de políticas sociais, econômicas e de desenvolvimento rural.
Uma alternativa que tem funcionado bem na região em termos de sustentabilidade são sistemas silvipastoris, que combinam árvores, pastagens e animais dentro do mesmo lote.
Em zonas de reservas camponesas na Colômbia, a FAO tem apoiado esses sistemas que permitem uma melhor conservação do solo, melhorar pastagens e dar uma alimentação mais balanceada aos animais.
?As árvores dão sombra para o gado, melhoram a fertilidade dos solos e permitem renda econômica adicional de médio e longo prazo com a madeira?, disse Diaz.
Outra prática que aumenta a sustentabilidade do setor pecuário é o tratamento de resíduos da produção agrícola, como o esterco do gado para gerar adubo agrícola de alto valor nutricional ? e biogás para ser utilizado como combustível
Essas iniciativas reduzem o potencial de contaminação da água e da atmosfera, contribuindo para reduzir os custos de produção e melhorar as cadeias de valor de pequenos e grandes produtores.
De acordo com a FAO, o aumento do uso dessas tecnologias no mundo, juntamente com as melhores práticas na alimentação, saúde e criação de gado, poderia ajudar o setor pecuário mundial a reduzir a sua produção de gases de efeito estufa que causam o aquecimento global em até 30%. FONTE: ONU Brasil
 
AGRONEGÓCIO PRECISA TRILHAR CAMINHOS MAIS ECOLÓGICOS
http://agrosoft.com/agroarquivos/1466367730.jpgSe juntássemos todas as pessoas adultas do planeta em uma única balança, os ponteiros indicariam o número de 287 milhões de toneladas. Fruto de uma pesquisa realizada pela London School of Hygiene & Tropical Medicine, o resultado pode servir ? para as mentes mais ilustradas que necessitam de exemplos físicos para interpretar grandezas ? como efeito de comparação para compreender a expressividade do agronegócio brasileiro: estima-se que, na próxima década, a produção de grãos deva alcançar 248 milhões de toneladas. E os números não param por aí.
Segundo o coordenador geral de planejamento estratégico doMinistério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) José Garcia Gasques, a área cultivável no território brasileiro deverá aumentar 17%. Com a expansão de produção e produtividade, essenciais perguntas passam a ser questionadas: como aliar o agronegócio ao desenvolvimento sustentável?
Energia na planta das tribos amazônicas
Desenvolvimento sustentável foi definido no Relatório Brundtland da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico(OCDE) em 1987 como sendo a capacidade de satisfazer as necessidades da geração presente, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações.
Segundo relatório divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) de 2014, a agropecuária, apesar de representar apenas 4,2% da energia consumida no Brasil, ainda tem o fluxo energético concentrado nos derivados de petróleo. Além de ser uma fonte esgotável, a queima do petróleo é responsável pela poluição atmosférica e degradação do meio ambiente, indo contra toda a essência do desenvolvimento sustentável.
Buscando fontes de energia renováveis para diminuir a dependência e consumo de combustíveis fósseis, o pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Energia da Universidade de São Paulo (USP), Felipe Teixeira Favaro, optou por se dedicar ao estudo do dendê. Do fruto, é extraído o óleo de palma, que pode ser utilizado para a produção de energia elétrica.
Favaro acredita que o futuro do sistema elétrico brasileiro está na ?geração de energia de forma descentralizada, próxima aos consumidores finais?. O estudioso focou sua pesquisa na Região Amazônica do país: ?Nessa região existe uma contradição muito grande, pois mesmo sendo a área mais rica em biodiversidade do mundo, as tribos, povoados e famílias que vivem em locais mais afastados das capitais se utilizam de geradores a diesel para a produção de energia?.
Além disso, a região possuiria grandes áreas degradadas, e o plantio do dendezeiro se adaptaria bem a tais ambientes. ?O dendê se adapta bem ao clima tropical e à terra desgastada. A geração da biomassa advinda da extração do óleo da planta produziria energia elétrica renovável para ser utilizada pela população próxima?. O retorno social também seria um ponto positivo, pois geraria empregos fora das grandes cidades, ?a fim de evitar o êxodo rural?.
Sustentabilidade na planta do arquiteto
Não é apenas de agricultores e empresários que vive o setor que representa 20% da economia do Brasil (cerca de 1 trilhão de reais). Para que a agroindústria trilhe caminhos mais ecológicos, até o campo arquitetura e urbanismo está envolvido. O pesquisador Gabriel Nery Prata, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP), acredita que a área detém os conhecimentos técnicos necessários para a criação de estruturas, métodos construtivos não-exploratórios e formas de organização urbana que podem auxiliar o processo.
Prata explica que é possível pensar em uma regulamentação urbanística com áreas destinadas a programas de produção agrícola voltados para produção de alimentos, ou que atendam a demanda social de famílias inscritas em programas de distribuição de terras. ?A ideia de cidades mais compactas pressupõe liberação de espaços para agropecuária e, a princípio, garantia da manutenção de reservas indígenas e ambientais?, afirma.
Um dos principais problemas do agronegócio brasileiro é a logística. Enquanto o custo da saída de uma tonelada de soja do Mato Grosso para a China é de US$ 185, dos EUA, o número cai para US$ 71. O pesquisador também defende que a infraestruturas seja reorganizada: ?Estruturar adequadamente os arranjos produtivos no território otimizando a produção e logística dos complexos agroindustriais é de extrema importância?.
Para que medidas sustentáveis se tornem de fato implementadas, seria necessário o apoio e cooperação de iniciativas públicas e privadas. Prata elucida: ?De nada adianta o conhecimento e propostas técnicas se continuar faltando vontade política para colocar isso tudo em prática e de posicionamento da sociedade civil. É preciso rever a matriz de produção agroindustrial e essa sobreposição do interesse de grandes empresas e latifundiários em detrimento de garantias ambientais e de necessidades da população como um todo?. FONTE: Agência Universitária de Notícias - Bianca Kirklewski Herculano Baptista ? Jornalista
 

INFORMAÇÃO FLORESTAL A UM CLIQUE

http://agrosoft.com/agroarquivos/1467059597.jpgA Embrapa Florestas está incrementando as informações técnicas disponíveis em seu Portal. Para isso, foi criado um espaço específico para ?Transferência de Tecnologia?, onde são publicadas informações sobre diversos temas para os quais existem indicações de procedimentos e resultados de pesquisa.

Já estão publicadas páginas sobre eucalipto, sistema silvipastoril, pupunha, erva-mate e softwares para manejo florestal. Para o segundo semestre, estão previstas páginas sobre pínus e pragas florestais.

Cada página traz as principais perguntas e respostas de cada tema, além de notícias, vídeos e publicações. ?Para isso, fizemos um levantamento de demandas junto ao nosso Serviço de Atendimento ao Cidadão ? SAC e consultas a participantes de eventos promovidos pela Embrapa Florestas?, informa Joel Penteado Jr, do Setor de Implementação da Programação de Transferência de Tecnologia ? SIPT. ?A intenção é facilitar o acesso às informações mais procuradas dentro dos temas que trabalhamos?, completa.

A publicação destas páginas em ambiente online faz parte de um trabalho de criação de materiais para auxílio às ações de Transferência de Tecnologia (TT). Chamados de ?TT Florestal?, os materiais são elaborados a partir de resultados de pesquisa da Unidade já publicados, mas com uma linguagem e identidade visuais específicos.

Estes materiais têm sido utilizados em capacitações, dias de campo, feiras e exposições, e são compostos por filipetas, folderes e apostilas, além das páginas no Portal. Novos materiais estão em produção e devem ser disponibilizados em breve.

Para conhecer estes trabalhos, acesse

Portal

TT Florestal

Folderes

* Poda em ervais plantados a pleno sol, * Softwares da Família SIS (manejo florestal),

* ILPF, * Gestão da propriedade rural com pupunha, * Controle de formigas cortadeiras em ILPF, * Reserva Legal e Área de Preservação Permanente.

Apostilas

* Cultivo de eucalipto em propriedades rurais: diversificação da produção e renda,

* Pupunheira para produção de palmito,

FONTE: Embrapa Florestas - Katia Pichelli ? Jornalista

E-mail: florestas.imprensa@embrapa.br


CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO
A trigésima primeira edição do Congresso Nacional de Milho e Sorgo acontece de 25 a 29 de setembro de 2016, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. O evento é organizado pela Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), Emater/RS-Ascar, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Associação Nacional de Milho e Sorgo (ABMS).  O tema do Congresso será Inovações, mercados e segurança alimentar. As inscrições foram prorrogadas até a data de 30 de Junho. FONTE: Emater/RS-Ascar.


II FORMAÇÃO CONTINUADA PARA AGENTES DE FORMAÇÃO INFANTIL
O Instituto de Formação do Cooperativismo Solidário ? INFOCOS por meio do Programa UM OLHAR PARA O FUTURO ? Cooperativismo nas Escolas, estará realizando nos dias 3 e 4 de Agosto o II Formação Continuada para Agentes de Formação Infantil em Faxinal do Céu, município de Pinhão/PR. O evento é dirigido a Agentes de Formação Infantil que lecionam para Educandos das Escolas da Rede Municipal e Estadual, 4º e 5º anos dos municípios que participam do Programa no Paraná, Santa Catarina, Rondônia, Espírito Santo, Minas Gerais e envolve neste ano aproximada de 6.000 crianças.


X SEMFA - SEMINÁRIO DE FORMAÇÃO EM AGROECOLOGIA ALIMENTAÇÃO E SAÚDE ? BASES PARA UMA SOCIEDADE SUSTENTÁVEL

No período25 a 28 de Outubro ocorre em Santa Maria o X Seminário de Formação em Agroecologia, Alimentação e Saúde, promovido pela Universidade Federal de Santa Maria/RS e o Grupo de Agroecologia Terra Sul. O evento conta com o apoio do CNPQ, CVT/NEA, NESAF, Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural e Programa de Pos Graduação em Extensão Rural da UFSM, Programa de Educação Sócio Ambiental, Cooesperança. Entre os eixos temáticos do Seminário destacam-se: Estratégias de Desenvolvimento Socioeconômico, Produção de Alimentos Agroecológico, Saúde, Gênero e Agroecologia e Construção do Conhecimento Agroecológico. O envio dos trabalhos deve ocorrer até 29 de Julho através do e-mail: semfa.trabalhos@gmail.com  As inscrições de participação e trabalho para o evento são gratuitas. Maiores informações: agroecologiasemfa.blogspot.com.br/.


23ª FEICOOP - FEIRA LATINO AMERICANA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
A cidade de Santa Maria/RS será sede no período de 08 a 10 de julho da 23ª Feira Latino-Americana de Economia Solidária. Realizada desde 1994, é um grande espaço de articulação, debate, trocas de ideias, experiências de comercialização direta dos empreendimentos solidários da economia solidária, da agricultura familiar, das agroindústrias familiares, dos catadores, dos povos indígenas, dos trabalhadores do campo e da cidade e do Fórum Social Mundial. É, também, um espaço de articulação nacional e internacional, através do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e dos Fóruns Regionais de Economia Solidária. O evento será realizado no Centro de Referência em Econômica Solidária Dom Ivo Lorscheiter. Mais Informações
Projeto Esperança/Cooesperança Rua: Silva Jardim, 1704 - Centro Fone: (55) 3219 4599 /3223-0219 ramal-16 ou pelo E-mail:
projeto@esperancacooesperanca.org.br Site
www.esperancacooesperanca.org.br

REDE DE HOSPEDAGEM GRATUITA EM FAZENDAS ORGÂNICAS PELO MUNDO!

A rede WWOOF, World Wide Opportunities on Organic Farms tem uma proposta parecida com a do CouchSurfing. No entanto, as hospedagens gratuitas são em fazendas espalhadas pelo mundo.
A ideia é possibilitar a troca de vivências dentro do conceito da agricultura e estimular hábitos de consumo sustentáveis. Além da hospedagem gratuita , os anfitriões oferecem três refeições diárias. Em troca, o viajante vai trabalhar meio período (entre 4 a 6 horas), durante 5 dias da semana, com finais de semana livre. Os trabalhos são diversos: plantio (preparo do solo e semeio), permacultura, agricultura, avicultura, jardinagens, limpeza, entre outros. Algumas fazendas dispõem de espaços para práticas de atividades holísticas e artísticas, como yoga, biodança e tai chi chuan.
A WWOOF possibilita o contato com agricultores e ainda, permite a experiência de aprendizado prático com diversas técnicas de agricultura. Maiores informações: www.dentrodomochilao.com/2014/01/wwoof-hospedagem-gratuita-fazendas-organicas-mundo/ Fonte : Rede Consagro

quarta-feira, 29 de junho de 2016


27 de junho de 2016        


Foto: Sergio Amaral/Ascom
Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos - PAA 

As compras são permitidas para quem fornece refeições para hospitais, quartéis, presídios, restaurantes universitários, refeitórios de creches e escolas filantrópicas, entre outros. 
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Foto: LiadePaula/MDSA
Segurança alimentar e nutricional é prioridade do governo federal 

Secretário nacional Caio Rocha destaca principais desafios da pasta para este ano 
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Chamadas Públicas abertas PNAE: encontre uma chamada próxima ao seu empreendimento 
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Cadastro de empreendimentos da agricultura familiar: Venda mais para o governo! 
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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Compra com Doação Simultânea – Termo de Adesão


A Modalidade Compra com Doação Simultânea promove a articulação entre a produção da agricultura familiar e as demandas locais de suplementação alimentar, além do desenvolvimento da economia local. Os produtos adquiridos dos agricultores familiares são doados às pessoas em insegurança alimentar, por meio da rede socioassistencial ou equipamentos públicos de segurança alimentar e da rede pública e filantrópica de ensino.
Esta Modalidade é executada com recursos do MDS, que pode utilizar dois tipos de instrumentos para sua implementação:
  • Celebração de Termos de Adesão com órgãos ou entidades da administração pública estadual, distrital ou municipal, direta ou indireta, e consórcios públicos;
  • Formalização de Termo de Cooperação com a Conab

A Compra com Doação Simultânea permite a aquisição de alimentos in natura ou processados, enriquecendo os cardápios dos beneficiários consumidores. O fornecimento de produtos orgânicos é privilegiado, sendo possível incluir até 30% a mais do que o valor pago para o alimento convencional. Para participar da modalidade, os agricultores devem possuir a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP).
Para participar da Compra com Doação Simultânea pelo Termo de Adesão, o processo se inicia com a manifestação formal do ente (município ou estado) ou do consórcio, sobre seu interesse em aderir ao programa. A adesão é feita a partir do cadastramento de informações no sistema de gestão do programa: SISPAA.
No Termo de Adesão, o pagamento é feito pelo MDS diretamente ao agricultor familiar, que o recebe por meio de um cartão bancário próprio para o recebimento dos recursos do PAA.
Apesar de o pagamento ser feito diretamente ao agricultor familiar, a inclusão de agricultores no PAA deve se dar por intermédio dos estados e municípios que firmarem Termo de Adesão com o MDS. As organizações da agricultura familiar não podem formalizar Termo de Adesão diretamente com o ministério.
Mais informações podem ser obtidas no Manual Operativo do Termo de Adesão.  

Segurança Alimentar


Edital para contratação de frete vai levar alimentos a indígenas da região Sul

A previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é que o edital seja lançado no dia 4 de julho, por meio de pregão eletrônico.
REAPROVEITAMENTO

MDSA vai contribuir para a lei de combate ao desperdício de alimentos

Senador Lasier Martins solicitou a participação do ministério nas discussões
METAS

Políticas de segurança alimentar e nutricional são prioridade do governo federal

Secretário nacional Caio Rocha destaca principais desafios da pasta para este anoSegurança Alimentar e Nutricional

Cinco municípios do Ceará aderem ao Sisan

Até o momento 140 prefeituras do país fizeram a adesão ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

Edital terá R$ 8 milhões para projetos sustentáveis e recebe inscrições até 4 de julho

Imagem: Arison Jardim/Secom Acre
Imagem: Arison Jardim/Secom Acre
Cooperativas sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em Unidades de Conservação Federais de Uso Sustentável no Bioma Amazônia têm até o dia 4 de julho para se inscreverem no Edital Ecoforte Extrativismo. 
A seleção vai apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta. São R$ 8 milhões de investimento social da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).   
A ação vai contribuir para a inclusão socioprodutiva das comunidades e a preservação do bioma em seis estados: Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Rondônia. Para participar, as entidades devem existir legalmente há dois anos, no mínimo, e apresentar uma proposta no valor de até R$ 600 mil. A execução do projeto deverá ser realizada em pelo menos uma e no máximo quatro unidades de conservação e não exceder o prazo de 24 meses. 
Os recursos podem ser usados para as seguintes despesas: obras e instalações, máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional; móveis, utensílios, equipamentos de informática, comunicação e software nacional; veículos novos de tração humana ou animal, embarcações e utilitários; aquisição de matéria-prima, embalagens, rótulos e outros materiais utilizados nas etapas de beneficiamento e comercialização; equipamentos de proteção individual (EPI); contratação de profissionais para gestão e contabilidade e de serviços técnicos especializados relacionados à atividade produtiva. 

Clique aqui para acessar o Edital Ecoforte Extrativismo. 
Fonte: Ascom/Fundação Banco do Brasil