sexta-feira, 8 de julho de 2016

BRASIL DESPERDIÇA 40 MIL TONELADAS DE ALIMENTO POR DIA, DIZ ENTIDADE

No Brasil, diariamente, são desperdiçados 40 mil toneladas de alimentos, segundo Viviane http://agrosoft.com/agroarquivos/1467589950.jpgRomeiro, coordenadora de Mudanças Climáticas do World Resources Institute (WRI) Brasil, uma instituição de pesquisa internacional. Isso coloca o Brasil, segundo ela, entre os dez países que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundo. Viviane participou do Sustainable Food Summit da América Latina, evento promovido pela Rede Save Food Brasil, no dia 30 de junho de 2016, em São Paulo (SP), e que discutiu a perda e o desperdício com alimentos em todo o mundo.
“O Brasil está entre os dez principais países que mais perdem e desperdiçam alimento. Estamos falando da cadeia de perda e de desperdício. Perda que tem a ver com a colheita, a pós-colheita, com a distribuição e o desperdício que já vem no final da cadeia, que é no varejo, no supermercado e com o hábito do consumidor”, disse Viviane.
Essa perda e desperdício de alimentos tem diversas implicações. Uma delas é com relação à segurança alimentar. “Hoje temos aproximadamente 7 bilhões de pessoas [no mundo] e a estimativa é que, em 2050, seremos 9 bilhões. Enquanto isso, aproximadamente 1 bilhão de pessoas não tem acesso adequado e sofre com desnutrição e falta de alimento. Então, primeiramente, essa é uma questão de segurança alimentar”, disse.
Segundo Allan Boujanic, representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no Brasil, cerca de 30% de tudo o que é produzido no mundo é desperdiçado e perdido antes de chegar à mesa do consumidor. Isso provoca, segundo a FAO, um prejuízo econômico estimado em US$ 940 bilhões por ano, o que corresponde a cerca de R$ 3 trilhões.
Problemas ambientais
Outras implicações, segundo Viviane, dizem respeito aos aspectos econômico e ambiental. “É um assunto que envolve uma questão social e de segurança alimentar, de impacto econômico, mas também de impactos ambientais e aí destacamos essencialmente a perda da biodiversidade, impactos na biodiversidade, impactos no uso do solo, na questão da água, da escassez da água, e também a questão do clima, das emissões de carbono”, disse.
Sobre a questão ambiental, Viviane disse que, se essa perda mundial com os alimentos fosse um país, ela seria o terceiro maior país do mundo por emissão de gás de efeito estufa, por exemplo, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos.
Rede Save Food
Para buscar alternativas para reduzir a perda e o desperdício de alimentos no país foi criada a rede Save Food Brasil, que tem apoio da FAO, da WRI e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária(Embrapa), entre outros. “Essa e outras campanhas da FAO para combater o desperdício de alimentos têm como principal mensagem a mudança de atitude. Temos que ser mais eficientes no uso dos alimentos, mais cientes de que o desperdício é uma realidade e produz muitos efeitos colaterais. É necessário um forte engajamento da sociedade civil, dos produtores e dos governos para fixar metas concretas de redução do desperdício e das perdas de alimentos não só no Brasil, mas em todo o mundo”, disse Boujanic.
A rede, segundo Alcione Silva, membro do corpo diretivo da Rede Save Food Brasil, foi criada pela Organização das Nações Unidas(ONU) no ano passado [2015] em diversos países. “O objetivo é, em um primeiro momento, trazer todos os atores, instituições, empresas e simpatizantes que trabalhem o tema de perdas e desperdícios no Brasil e, conforme essa rede for crescendo, se tornar forte o suficiente para poder atuar em políticas públicas e inovações, trazendo soluções para esse tema de desperdício no Brasil”, disse.
De acordo com Alcione, o desperdício e a perda de alimentos no Brasil é muito grande, mas o país pode contribuir com bons exemplos na mudança mundial desse cenário. Ela citou iniciativas como o Disco Xepa, de distribuição de sopas feitas com sobras de alimentos; a produção de tecnologia pela Embrapa; o Comida Invisível, que pretende fazer um food truck para conscientizar crianças e escolas sobre o reaproveitamento de sobras na cozinha; e o Fruta Imperfeita, que comercializa alimentos considerados “imperfeitos”, tais como uma batata ou cenouras tortas.
Segundo Alcione, o desperdício e a perda de alimentos é uma preocupação em todo o mundo porque tem um grande impacto social, econômico e ambiental. “A gente precisa de 50% a mais de demanda de oferta de alimentos até 2050 para alimentar essas 9 bilhões de pessoas [estimativa de população para o ano]. Deveria ser até uma preocupação muito maior por parte de todos os atores”, disse.
Marco regulatório
Para Viviane, uma das ações que poderia ajudar a reduzir o desperdício e a perda de alimentos no país seria a adoção de um marco regulatório sobre o tema. “Hoje temos vários projetos de lei mas que não foram aprovados ou promulgados. É super-importante que tenhamos um marco regulatório específico e que proporcione segurança jurídica para que as empresas realizem suas doações de forma adequada e para que haja incentivos e subsídios para a redução da perda e desperdício alimentar. Essa questão legislativa e regulatória é extremamente importante”, disse.
Para a coordenadora de Mudanças Climáticas do WRI Brasil, inventariar a perda e o desperdício de alimentos é um primeiro passo importante que as empresas e que os países devem fazer. Depois seria importante estabelecer metas de redução e estratégias para que ocorram.
Para Alcione, a grande dificuldade diz respeito à cadeia logística. “Tanto a cadeia de distribuição quanto a de armazenamento e o consumidor final tem uma grande perda de alimentos por falta de infraestrutura. Nossas centrais de abastecimento não tem uma infraestrutura adequada. Faltam cadeias e câmaras frias e falta conscientização na parte de manipulação e embalagens. O Brasil tem um grande problema de infraestrutura hoje e de logística nessa área. Diria que esse é o problema mais grave que a gente tem no desperdício de alimentos”, disse a integrante do corpo diretivo da Rede Save Food Brasil. 
 FONTE: Agência Brasil Elaine Patricia Cruz — Repórter Fábio Massalli – Edição

terça-feira, 5 de julho de 2016

Comunicação e Informação


PECUÁRIA SUSTENTÁVEL DEVE SE TORNAR NORMA NA AMÉRICA LATINA E CARIBE, DIZ FAO
http://agrosoft.com/agroarquivos/1466977721.jpgA produção pecuária sustentável deve se tornar norma na América Latina e no Caribe, para garantir a proteção dos recursos naturais que sustentam a segurança alimentar, afirmou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no encontro Agenda Global para a Pecuária Sustentável, ocorrido no Panamá.
Mais de 200 representantes de governo, sociedade civil, academia e associações de produtores pecuários de 50 países assinaram a Declaração do Panamá, a qual adotou os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) como o marco que apoiará sua ação no nível mundial.
Segundo a FAO, nas últimas décadas ocorreu um aumento importante da demanda mundial por produtos de origem animal, que até 2050 aumentará 70%.
A América Latina respondeu a esta tendência tornando-se o principal exportador global de carne bovina e de aves, e um grande produtor de carne de porco e lácteos. No entanto, esse processo de crescimento ocorreu, em sua maioria, mediante sistemas intensivos de produção, com o consequente impacto ambiental.
?Mais de 70% dos pastos da região apresentam um nível moderado ou severo de degradação, afetando seriamente a sustentabilidade dos recursos naturais?, disse Tito Díaz, coordenador da FAO para a Mesoamérica (que inclui o sul do México e países da América Central).
Durante a sexta reunião da Agenda Global de Pecuária Sustentável, os ministros latino-americanos destacaram a necessidade de articular suas políticas pecuárias com as de desenvolvimento rural, social e ambiental para alcançar a sustentabilidade.
Além disso, concordaram em garantir a participação ativa da região na formulação e execução dos planos de trabalho da Agenda Global a partir das prioridades definidas pelos países da Comissão de Desenvolvimento Pecuário para América Latina e Caribe.
Um setor estratégico para a segurança alimentar
A pecuária é um setor estratégico para a segurança alimentar regional: segundo a FAO, 25% das calorias e 15% das proteínas consumidas por seus habitantes são de origem animal
O setor pecuário na América Latina e Caribe contribui com 46% do PIB agrícola da região, mas apenas cinco países respondem por cerca de 75% da produção regional.
Aproximadamente 80% dos produtores pecuários da região são pequenos agricultores familiares, que desenvolvem uma tradução pecuária extensiva e rural.
?Estes produtores representam uma oportunidade-chave para que os governos impulsionem formas sustentáveis de produção através de políticas inovadoras e adequadas às suas necessidades?, afirmou Diaz durante a reunião.
A importância para a segurança alimentar dos pequenos produtores pecuários é reconhecida pelo principal acordo regional de erradicação da fome, o Plano de Segurança Alimentar, Nutrição e Erradicação da Fome da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), que fomenta esse setor por meio de políticas sociais, econômicas e de desenvolvimento rural.
Uma alternativa que tem funcionado bem na região em termos de sustentabilidade são sistemas silvipastoris, que combinam árvores, pastagens e animais dentro do mesmo lote.
Em zonas de reservas camponesas na Colômbia, a FAO tem apoiado esses sistemas que permitem uma melhor conservação do solo, melhorar pastagens e dar uma alimentação mais balanceada aos animais.
?As árvores dão sombra para o gado, melhoram a fertilidade dos solos e permitem renda econômica adicional de médio e longo prazo com a madeira?, disse Diaz.
Outra prática que aumenta a sustentabilidade do setor pecuário é o tratamento de resíduos da produção agrícola, como o esterco do gado para gerar adubo agrícola de alto valor nutricional ? e biogás para ser utilizado como combustível
Essas iniciativas reduzem o potencial de contaminação da água e da atmosfera, contribuindo para reduzir os custos de produção e melhorar as cadeias de valor de pequenos e grandes produtores.
De acordo com a FAO, o aumento do uso dessas tecnologias no mundo, juntamente com as melhores práticas na alimentação, saúde e criação de gado, poderia ajudar o setor pecuário mundial a reduzir a sua produção de gases de efeito estufa que causam o aquecimento global em até 30%. FONTE: ONU Brasil
 
AGRONEGÓCIO PRECISA TRILHAR CAMINHOS MAIS ECOLÓGICOS
http://agrosoft.com/agroarquivos/1466367730.jpgSe juntássemos todas as pessoas adultas do planeta em uma única balança, os ponteiros indicariam o número de 287 milhões de toneladas. Fruto de uma pesquisa realizada pela London School of Hygiene & Tropical Medicine, o resultado pode servir ? para as mentes mais ilustradas que necessitam de exemplos físicos para interpretar grandezas ? como efeito de comparação para compreender a expressividade do agronegócio brasileiro: estima-se que, na próxima década, a produção de grãos deva alcançar 248 milhões de toneladas. E os números não param por aí.
Segundo o coordenador geral de planejamento estratégico doMinistério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) José Garcia Gasques, a área cultivável no território brasileiro deverá aumentar 17%. Com a expansão de produção e produtividade, essenciais perguntas passam a ser questionadas: como aliar o agronegócio ao desenvolvimento sustentável?
Energia na planta das tribos amazônicas
Desenvolvimento sustentável foi definido no Relatório Brundtland da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico(OCDE) em 1987 como sendo a capacidade de satisfazer as necessidades da geração presente, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações.
Segundo relatório divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) de 2014, a agropecuária, apesar de representar apenas 4,2% da energia consumida no Brasil, ainda tem o fluxo energético concentrado nos derivados de petróleo. Além de ser uma fonte esgotável, a queima do petróleo é responsável pela poluição atmosférica e degradação do meio ambiente, indo contra toda a essência do desenvolvimento sustentável.
Buscando fontes de energia renováveis para diminuir a dependência e consumo de combustíveis fósseis, o pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Energia da Universidade de São Paulo (USP), Felipe Teixeira Favaro, optou por se dedicar ao estudo do dendê. Do fruto, é extraído o óleo de palma, que pode ser utilizado para a produção de energia elétrica.
Favaro acredita que o futuro do sistema elétrico brasileiro está na ?geração de energia de forma descentralizada, próxima aos consumidores finais?. O estudioso focou sua pesquisa na Região Amazônica do país: ?Nessa região existe uma contradição muito grande, pois mesmo sendo a área mais rica em biodiversidade do mundo, as tribos, povoados e famílias que vivem em locais mais afastados das capitais se utilizam de geradores a diesel para a produção de energia?.
Além disso, a região possuiria grandes áreas degradadas, e o plantio do dendezeiro se adaptaria bem a tais ambientes. ?O dendê se adapta bem ao clima tropical e à terra desgastada. A geração da biomassa advinda da extração do óleo da planta produziria energia elétrica renovável para ser utilizada pela população próxima?. O retorno social também seria um ponto positivo, pois geraria empregos fora das grandes cidades, ?a fim de evitar o êxodo rural?.
Sustentabilidade na planta do arquiteto
Não é apenas de agricultores e empresários que vive o setor que representa 20% da economia do Brasil (cerca de 1 trilhão de reais). Para que a agroindústria trilhe caminhos mais ecológicos, até o campo arquitetura e urbanismo está envolvido. O pesquisador Gabriel Nery Prata, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP), acredita que a área detém os conhecimentos técnicos necessários para a criação de estruturas, métodos construtivos não-exploratórios e formas de organização urbana que podem auxiliar o processo.
Prata explica que é possível pensar em uma regulamentação urbanística com áreas destinadas a programas de produção agrícola voltados para produção de alimentos, ou que atendam a demanda social de famílias inscritas em programas de distribuição de terras. ?A ideia de cidades mais compactas pressupõe liberação de espaços para agropecuária e, a princípio, garantia da manutenção de reservas indígenas e ambientais?, afirma.
Um dos principais problemas do agronegócio brasileiro é a logística. Enquanto o custo da saída de uma tonelada de soja do Mato Grosso para a China é de US$ 185, dos EUA, o número cai para US$ 71. O pesquisador também defende que a infraestruturas seja reorganizada: ?Estruturar adequadamente os arranjos produtivos no território otimizando a produção e logística dos complexos agroindustriais é de extrema importância?.
Para que medidas sustentáveis se tornem de fato implementadas, seria necessário o apoio e cooperação de iniciativas públicas e privadas. Prata elucida: ?De nada adianta o conhecimento e propostas técnicas se continuar faltando vontade política para colocar isso tudo em prática e de posicionamento da sociedade civil. É preciso rever a matriz de produção agroindustrial e essa sobreposição do interesse de grandes empresas e latifundiários em detrimento de garantias ambientais e de necessidades da população como um todo?. FONTE: Agência Universitária de Notícias - Bianca Kirklewski Herculano Baptista ? Jornalista
 

INFORMAÇÃO FLORESTAL A UM CLIQUE

http://agrosoft.com/agroarquivos/1467059597.jpgA Embrapa Florestas está incrementando as informações técnicas disponíveis em seu Portal. Para isso, foi criado um espaço específico para ?Transferência de Tecnologia?, onde são publicadas informações sobre diversos temas para os quais existem indicações de procedimentos e resultados de pesquisa.

Já estão publicadas páginas sobre eucalipto, sistema silvipastoril, pupunha, erva-mate e softwares para manejo florestal. Para o segundo semestre, estão previstas páginas sobre pínus e pragas florestais.

Cada página traz as principais perguntas e respostas de cada tema, além de notícias, vídeos e publicações. ?Para isso, fizemos um levantamento de demandas junto ao nosso Serviço de Atendimento ao Cidadão ? SAC e consultas a participantes de eventos promovidos pela Embrapa Florestas?, informa Joel Penteado Jr, do Setor de Implementação da Programação de Transferência de Tecnologia ? SIPT. ?A intenção é facilitar o acesso às informações mais procuradas dentro dos temas que trabalhamos?, completa.

A publicação destas páginas em ambiente online faz parte de um trabalho de criação de materiais para auxílio às ações de Transferência de Tecnologia (TT). Chamados de ?TT Florestal?, os materiais são elaborados a partir de resultados de pesquisa da Unidade já publicados, mas com uma linguagem e identidade visuais específicos.

Estes materiais têm sido utilizados em capacitações, dias de campo, feiras e exposições, e são compostos por filipetas, folderes e apostilas, além das páginas no Portal. Novos materiais estão em produção e devem ser disponibilizados em breve.

Para conhecer estes trabalhos, acesse

Portal

TT Florestal

Folderes

* Poda em ervais plantados a pleno sol, * Softwares da Família SIS (manejo florestal),

* ILPF, * Gestão da propriedade rural com pupunha, * Controle de formigas cortadeiras em ILPF, * Reserva Legal e Área de Preservação Permanente.

Apostilas

* Cultivo de eucalipto em propriedades rurais: diversificação da produção e renda,

* Pupunheira para produção de palmito,

FONTE: Embrapa Florestas - Katia Pichelli ? Jornalista

E-mail: florestas.imprensa@embrapa.br


CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO
A trigésima primeira edição do Congresso Nacional de Milho e Sorgo acontece de 25 a 29 de setembro de 2016, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. O evento é organizado pela Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), Emater/RS-Ascar, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Associação Nacional de Milho e Sorgo (ABMS).  O tema do Congresso será Inovações, mercados e segurança alimentar. As inscrições foram prorrogadas até a data de 30 de Junho. FONTE: Emater/RS-Ascar.


II FORMAÇÃO CONTINUADA PARA AGENTES DE FORMAÇÃO INFANTIL
O Instituto de Formação do Cooperativismo Solidário ? INFOCOS por meio do Programa UM OLHAR PARA O FUTURO ? Cooperativismo nas Escolas, estará realizando nos dias 3 e 4 de Agosto o II Formação Continuada para Agentes de Formação Infantil em Faxinal do Céu, município de Pinhão/PR. O evento é dirigido a Agentes de Formação Infantil que lecionam para Educandos das Escolas da Rede Municipal e Estadual, 4º e 5º anos dos municípios que participam do Programa no Paraná, Santa Catarina, Rondônia, Espírito Santo, Minas Gerais e envolve neste ano aproximada de 6.000 crianças.


X SEMFA - SEMINÁRIO DE FORMAÇÃO EM AGROECOLOGIA ALIMENTAÇÃO E SAÚDE ? BASES PARA UMA SOCIEDADE SUSTENTÁVEL

No período25 a 28 de Outubro ocorre em Santa Maria o X Seminário de Formação em Agroecologia, Alimentação e Saúde, promovido pela Universidade Federal de Santa Maria/RS e o Grupo de Agroecologia Terra Sul. O evento conta com o apoio do CNPQ, CVT/NEA, NESAF, Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural e Programa de Pos Graduação em Extensão Rural da UFSM, Programa de Educação Sócio Ambiental, Cooesperança. Entre os eixos temáticos do Seminário destacam-se: Estratégias de Desenvolvimento Socioeconômico, Produção de Alimentos Agroecológico, Saúde, Gênero e Agroecologia e Construção do Conhecimento Agroecológico. O envio dos trabalhos deve ocorrer até 29 de Julho através do e-mail: semfa.trabalhos@gmail.com  As inscrições de participação e trabalho para o evento são gratuitas. Maiores informações: agroecologiasemfa.blogspot.com.br/.


23ª FEICOOP - FEIRA LATINO AMERICANA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
A cidade de Santa Maria/RS será sede no período de 08 a 10 de julho da 23ª Feira Latino-Americana de Economia Solidária. Realizada desde 1994, é um grande espaço de articulação, debate, trocas de ideias, experiências de comercialização direta dos empreendimentos solidários da economia solidária, da agricultura familiar, das agroindústrias familiares, dos catadores, dos povos indígenas, dos trabalhadores do campo e da cidade e do Fórum Social Mundial. É, também, um espaço de articulação nacional e internacional, através do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e dos Fóruns Regionais de Economia Solidária. O evento será realizado no Centro de Referência em Econômica Solidária Dom Ivo Lorscheiter. Mais Informações
Projeto Esperança/Cooesperança Rua: Silva Jardim, 1704 - Centro Fone: (55) 3219 4599 /3223-0219 ramal-16 ou pelo E-mail:
projeto@esperancacooesperanca.org.br Site
www.esperancacooesperanca.org.br

REDE DE HOSPEDAGEM GRATUITA EM FAZENDAS ORGÂNICAS PELO MUNDO!

A rede WWOOF, World Wide Opportunities on Organic Farms tem uma proposta parecida com a do CouchSurfing. No entanto, as hospedagens gratuitas são em fazendas espalhadas pelo mundo.
A ideia é possibilitar a troca de vivências dentro do conceito da agricultura e estimular hábitos de consumo sustentáveis. Além da hospedagem gratuita , os anfitriões oferecem três refeições diárias. Em troca, o viajante vai trabalhar meio período (entre 4 a 6 horas), durante 5 dias da semana, com finais de semana livre. Os trabalhos são diversos: plantio (preparo do solo e semeio), permacultura, agricultura, avicultura, jardinagens, limpeza, entre outros. Algumas fazendas dispõem de espaços para práticas de atividades holísticas e artísticas, como yoga, biodança e tai chi chuan.
A WWOOF possibilita o contato com agricultores e ainda, permite a experiência de aprendizado prático com diversas técnicas de agricultura. Maiores informações: www.dentrodomochilao.com/2014/01/wwoof-hospedagem-gratuita-fazendas-organicas-mundo/ Fonte : Rede Consagro

quarta-feira, 29 de junho de 2016


27 de junho de 2016        


Foto: Sergio Amaral/Ascom
Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos - PAA 

As compras são permitidas para quem fornece refeições para hospitais, quartéis, presídios, restaurantes universitários, refeitórios de creches e escolas filantrópicas, entre outros. 
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Foto: LiadePaula/MDSA
Segurança alimentar e nutricional é prioridade do governo federal 

Secretário nacional Caio Rocha destaca principais desafios da pasta para este ano 
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Chamadas Públicas abertas PNAE: encontre uma chamada próxima ao seu empreendimento 
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Cadastro de empreendimentos da agricultura familiar: Venda mais para o governo! 
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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Compra com Doação Simultânea – Termo de Adesão


A Modalidade Compra com Doação Simultânea promove a articulação entre a produção da agricultura familiar e as demandas locais de suplementação alimentar, além do desenvolvimento da economia local. Os produtos adquiridos dos agricultores familiares são doados às pessoas em insegurança alimentar, por meio da rede socioassistencial ou equipamentos públicos de segurança alimentar e da rede pública e filantrópica de ensino.
Esta Modalidade é executada com recursos do MDS, que pode utilizar dois tipos de instrumentos para sua implementação:
  • Celebração de Termos de Adesão com órgãos ou entidades da administração pública estadual, distrital ou municipal, direta ou indireta, e consórcios públicos;
  • Formalização de Termo de Cooperação com a Conab

A Compra com Doação Simultânea permite a aquisição de alimentos in natura ou processados, enriquecendo os cardápios dos beneficiários consumidores. O fornecimento de produtos orgânicos é privilegiado, sendo possível incluir até 30% a mais do que o valor pago para o alimento convencional. Para participar da modalidade, os agricultores devem possuir a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP).
Para participar da Compra com Doação Simultânea pelo Termo de Adesão, o processo se inicia com a manifestação formal do ente (município ou estado) ou do consórcio, sobre seu interesse em aderir ao programa. A adesão é feita a partir do cadastramento de informações no sistema de gestão do programa: SISPAA.
No Termo de Adesão, o pagamento é feito pelo MDS diretamente ao agricultor familiar, que o recebe por meio de um cartão bancário próprio para o recebimento dos recursos do PAA.
Apesar de o pagamento ser feito diretamente ao agricultor familiar, a inclusão de agricultores no PAA deve se dar por intermédio dos estados e municípios que firmarem Termo de Adesão com o MDS. As organizações da agricultura familiar não podem formalizar Termo de Adesão diretamente com o ministério.
Mais informações podem ser obtidas no Manual Operativo do Termo de Adesão.  

Segurança Alimentar


Edital para contratação de frete vai levar alimentos a indígenas da região Sul

A previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é que o edital seja lançado no dia 4 de julho, por meio de pregão eletrônico.
REAPROVEITAMENTO

MDSA vai contribuir para a lei de combate ao desperdício de alimentos

Senador Lasier Martins solicitou a participação do ministério nas discussões
METAS

Políticas de segurança alimentar e nutricional são prioridade do governo federal

Secretário nacional Caio Rocha destaca principais desafios da pasta para este anoSegurança Alimentar e Nutricional

Cinco municípios do Ceará aderem ao Sisan

Até o momento 140 prefeituras do país fizeram a adesão ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

Edital terá R$ 8 milhões para projetos sustentáveis e recebe inscrições até 4 de julho

Imagem: Arison Jardim/Secom Acre
Imagem: Arison Jardim/Secom Acre
Cooperativas sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em Unidades de Conservação Federais de Uso Sustentável no Bioma Amazônia têm até o dia 4 de julho para se inscreverem no Edital Ecoforte Extrativismo. 
A seleção vai apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta. São R$ 8 milhões de investimento social da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).   
A ação vai contribuir para a inclusão socioprodutiva das comunidades e a preservação do bioma em seis estados: Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Rondônia. Para participar, as entidades devem existir legalmente há dois anos, no mínimo, e apresentar uma proposta no valor de até R$ 600 mil. A execução do projeto deverá ser realizada em pelo menos uma e no máximo quatro unidades de conservação e não exceder o prazo de 24 meses. 
Os recursos podem ser usados para as seguintes despesas: obras e instalações, máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional; móveis, utensílios, equipamentos de informática, comunicação e software nacional; veículos novos de tração humana ou animal, embarcações e utilitários; aquisição de matéria-prima, embalagens, rótulos e outros materiais utilizados nas etapas de beneficiamento e comercialização; equipamentos de proteção individual (EPI); contratação de profissionais para gestão e contabilidade e de serviços técnicos especializados relacionados à atividade produtiva. 

Clique aqui para acessar o Edital Ecoforte Extrativismo. 
Fonte: Ascom/Fundação Banco do Brasil 

SISAN

Com o objetivo de combater a fome e a miséria no país, o Governo Federal assumiu, desde 2003, compromissos para trilhar a construção da agenda da segurança alimentar e nutricional enquanto uma política de Estado, num amplo processo intersetorial e com participação da sociedade civil 1, definindo os marcos legais e institucionais dessa agenda – como a criação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN); a recriação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA); a instalação da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN); e a elaboração do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PLANSAN 2012/2015).
O SISAN foi instituído em 2006 pela Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional com a finalidade de assegurar o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA). Desde a sua criação, avanços legais e institucionais têm garantido a sua construção como estrutura responsável pela implementação e gestão participativa da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional em âmbito federal, estadual e municipal. Esta construção se dá de forma paulatina, num trabalho contínuo de dedicação, articulação e priorização política dos setores envolvidos.
O SISAN está cada vez mais forte. As suas instâncias interagem e funcionam plenamente na esfera Nacional (CAISAN, CONSEA e Conferências de Segurança Alimentar e Nutricional).
Todas as Unidades Federativas possuem CAISAN e CONSEA. Além disso, fizeram a adesão ao SISAN e realizam suas conferências. Parte delas já elaborou seus Planos Estaduais de Segurança Alimentar e Nutricional 2 e as outras estão em diferentes fases de elaboração.
1 A participação social é um elemento essencial à construção do SISAN. Tem papel relevante no que diz respeito à expressão de demandas e corresponde a um importante exercício de democracia participativa e de representação social na elaboração, implementação, avaliação e monitoramento das políticas públicas do país. Se por um lado a participação social pressupõe uma maior capacidade propositiva das representações da sociedade civil, por outro exige do governo uma maior disposição em dialogar as propostas em espaços públicos institucionalizados como os conselhos e conferências.
 
2 O Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional é o principal instrumento de planejamento para colocar em prática ações que promovam a oferta de alimentação adequada à população.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

1ºCONGRESSO INTERNACIONAL ONLINE DE AGROECOLOGIA


1ºCongresso Internacional Online de AgroecologiaNo período de 27 de Junho a 03 de Julho acontecerá o 1ºCongresso Internacional Online de Agroecologia organizado pelo Instituto Agriverdes.
O evento ocorre a partir da identificação de que há grande quantidade de conhecimentos e informações de base agroecológica gerados por pesquisadores, pelas experiências cotidianas de agricultores (rurais e urbanos) e por outros profissionais de diferentes áreas, que dão suporte à grande diversidade de iniciativas de sucesso no Brasil e em todo o mundo.
No entanto, o acesso a informações qualificadas para apoiar o desenvolvimento da Agroecologia ainda é bastante limitado, face às dificuldades para participar em atividades coletivas, como: congressos, seminários, cursos, entre outras, geralmente presenciais. As inscrições são gratuitas e maiores informações podem ser obtidas no site : www.agroecoweb.com.br  Fonte: Rede Consagro

ESPECIALIZAÇÃO A DISTÂNCIA EM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL



http://agrosoft.com/agroarquivos/1465166122.jpgAté 30 de junho de 2016, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) estará com inscrições abertas para o curso gratuito de Especialização em Segurança Alimentar e Nutricional, que buscará oferecer subsídios teórico-metodológicos a profissionais de nível superior para que se especializem na área de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), tornando-se aptos a atuar em equipes intersetoriais e conselhos de SAN estruturando e orientando atividades junto à gestão municipal e as comunidades.
Simultaneamente, o curso ainda será oferecido no Equador em parceria com a Universidade Técnica Particular de Loja (UTPL). Para inscrição acesse este link.
Os conteúdos das aulas, ministradas por professores da Unesp, Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), serão oferecidos a distância, com carga horária correspondente a 8 horas semanais. Serão realizados 3 encontros presenciais. O aluno desenvolverá trabalho de conclusão de curso envolvendo a Política Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional.
O curso de especialização é oferecido no âmbito do convênio entre Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Unesp, com o apoio dos Conselhos e Câmaras de Segurança Alimentar e Nutricional do Estado de São Paulo e Paraná e as respectivas Secretarias de Agricultura estaduais, à profissionais de nível superior, necessariamente, indicados pela Comissão Regional de Segurança Alimentar e Nutricional (CRSAN) dos Conselhos Estaduais de SAN, em São Paulo e Paraná.
Para candidatar-se a pessoa precisa ter nível superior e atuar nas Políticas Publicas de Segurança Alimentar e Nutricional (agrônomos, engenheiros de alimentos, nutricionistas, assistentes sociais, biólogos, enfermeiros, médicos, economistas e outros). FONTE: Unesp

SANTA CATARINA DEVERÁ TER CENTRO DE INOVAÇÃO VOLTADO PARA A AGRICULTURA FAMILIAR


Tendo em vista o Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho) e preocupado com os impactos da mudança climática, o Banco Mundial tem proposto mecanismos para promover a inovação de tecnologias verdes para a agricultura familiar e famílias rurais, no intuito de mitigar a emissão de gás carbono e metano. Desta forma, Santa Catarina foi escolhida para criar um centro voltado para promoção de empresas de inovação tecnológica com foco na agricultura familiar, sendo que o Banco Mundial pretende apoiar, em parceria com o Governo do Estado, pequenas e médias empresas, incluindo associações, cooperativas, organizações de mulheres e de agricultores, desenvolvedoras de projetos de ?tecnologia verde? em zonas rurais. Esta proposta foi apresentada pela delegação do Banco Mundial, chefiada pelo economista Diego Arias, em visita a Santa Catarina para acompanhar as ações do Programa SC Rural.
Segundo o secretário-executivo do Programa SC Rural, Julio Bodanese, esta é uma ideia embrionária do Banco Mundial, que detectou gargalos no desenvolvimento de tecnologias e ferramentas aplicáveis a agricultura familiar catarinense. ?Outros encontros de trabalho serão agendados até maio de 2017, quando a equipe do banco, auxiliada por técnicos do SC Rural e de empresas públicas e privadas, deve apresentar o projeto final para a criação do centro de inovação de tecnologias verdes em SC?
O Banco Mundial (BIRD) acredita que tecnologias como a agricultura de precisão, uso de drones e aplicativos móveis, que ajudam os produtores na tomada de decisões a cerca de produção e mercado, não estão disponíveis para os agricultores familiares e suas organizações. De acordo com o economista Diego Arias, a escolha de Santa Catarina como estado propício para criação do centro de inovações deve-se a quatro fatores: ser um estado onde a inovação é uma prioridade de governo; o ótimo desempenho apresentado na execução do Programa SC Rural; o compromisso do Estado com a expansão e acesso à internet e tecnologias digitais no meio rural; e a possibilidade de se desenhar um novo projeto de desenvolvimento rural com foco na inovação e uso de tecnologias "verdes".
A proposta foi apresentada durante encontro no dia 31 de maio, no Centro de Treinamentos da Epagri, em Florianópolis ? SC, sendo que a Cresol esteve representada pelo funcionário da Área de Formação da Central Cresol Sicoper, Affonso Flach, e pelo Diretor da Cresol Dona Emma, Cleiton Loch. O Diretor explica que o propósito do Banco, no próximo período, é potencializar ações consideradas como tecnologias verdes. ?Este aspecto contempla práticas sustentáveis, as quais agridem menos o meio ambiente e também que proporcionem maiores ganhos econômicos e sociais para os agricultores familiares. São oportunidades que aparecem e que nos levam, agora, a identificar iniciativas em nossa base social que mereçam ser apoiadas?, afirma Loch.
Flach complementa que, com este espírito orgânico e sustentável, as Cooperativas Singulares vinculadas a Cresol Base Vale do Itajaí, com o apoio da Central Cresol Sicoper, desenvolvem, há mais de dois anos, uma série de cursos sobre agroecologia e agricultura orgânica. ?Este evento vem de encontro também com a mais recente organização, ainda em fase de projeto, para a constituição de uma biofábrica cooperativa, no município de Pouso Redondo ? SC. Ela será uma unidade industrial e comercial de produtos biológicos aperfeiçoados como biofertilizantes, adubo Bokashi, fosfito, rochagem remineralizadora, biochar, probióticos para uso animal e micro-organismos eficientes?, explica.
Pensar e desenvolver ações que preservem o meio ambiente e assegurem os recursos naturais também é responsabilidade de instituições financeiras como a Cresol, que podem e devem fomentar recursos e incentivar estas práticas. Assessoria de Comunicação da Central Cresol Sicoper Fonte: Secretaria Executiva Estadual do SC Rural